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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Jerry Yang, Co-fundador do Yahoo! deixa a empresa


Reprodução
Jerry Yang
Co-fundador do Yahoo!, Jerry Yang deixou o seu cargo na direção do portal e se desligou da empresa, de acordo com anúncio feito ontem (17/01). Ele também renunciou aos seus cargos no Yahoo Japan Corporation e no Alibaba Group, ambos vinculados ao Yahoo!.

"Meu tempo no Yahoo!, desde a sua fundação até o presente, incluiu algumas das mais excitantes e recompensadoras experiências da minha vida. Porém, chegou a hora de procurar outros interesses longe do Yahoo!. Deixo a empresa que fundei há cerca de 17 anos e estou satisfeito com a indicação de Scott Thompson como CEO e com a sua habilidade, junto com todo o grupo de liderança do Yahoo!", escreveu Yang em uma carta para o diretor do Yahoo!, Roy Bostock.

Yang fez parte da direção do Yahoo! desde março de 1995, quando fundou a empresa ao lado de David Filo, e foi o CEO da empresa entre junho de 2007 e janeiro de 2009. Ele não deu informações sobre qual será o seu futuro - se pretende fundar uma nova empresa ou se tem algum plano diferente para a sua carreira.

O Yahoo! atravessa uma crise e chegou a considerar recentemente a venda ou fusão com outra empresa. No começo de janeiro, Scott Thompson, ex-executivo do PayPal, assumiu o cargo de CEO do portal no lugar de Carol Bartz, que deixou o Yahoo! em setembro de 2011.

MPAA diz que paralisação de sites em protesto ao SOPA é "abuso de poder"


Reprodução
sopa


Através de documento oficial (veja PDF em inglês aqui), a MPAA (Motion Picture Association of America), a associação de estúdios e outros profissionais do cinema, chamou os protestos contra o SOPA de "abuso de poder". Segundo a entidade, que defende o projeto de lei estadunidense, todos os canais que hoje estão paralisando seus serviços, como Wikipedia e diversos blogs, ou que estão publicando mensagens de protesto ao ato, como o Google, estão "desvirtuando informações para ganhar o público, tendo em vista seus interesses corporativos".

O SOPA - sigla para Stop Online Piracy Act - é um projeto de Lei da Constituição dos Estados Unidos. Funciona de forma complementar ao PIPA - Protect IP Act -, estendendo o poder de censura à veiculação de informação na internet para empresas produtoras de conteúdo, como estúdios de cinema, produtoras de video games e gravadoras. Segundo a normativa do SOPA, essas empresas podem exigir bloqueio ao acesso do site que, supostamente, viola direitos autorais, além de remover os resultados que levam a ele por buscadores como o Google e links relacionados de redes sociais. Em casos mais extremos, o site pode ser terminantemente fechado e o proprietário, preso.

Mais: Saiba se e como o SOPA pode afetar a internet brasileira

Protestos contra o ato já foram anunciados por diversas empresas da internet, como Google, Wikipedia e Facebook. Embora o Google tenha mudado seus planos e tenha escrito um manifesto (intitulado "Acabe com a Pirataria, mas não com a Liberdade" - veja aqui), a enciclopédia online criada por Jimmy Wales exibe apenas uma página negra com os dizeres "Imagine um mundo sem o conhecimento livre" (veja imagem abaixo).

Reprodução

O SOPA ainda não foi aprovado pelo Congresso estadunidense. A votação, que estava prevista para acontecer hoje (daí a razão dos protestos), 18 de janeiro, foi adiada em seis dias. Agora, o projeto passa por análise em 24 de janeiro - há quem ache que a posição do time administrativo de Barack Obama e a Casa Branca tenha influência no adiamento. Alguns usuários em fóruns já questionam se, no dia 24, haverá uma nova onda de protestos, mas até o fechamento desta nota, ninguém havia se manifestado.

Uma breve "aula" sobre o SOPA

Projeto que tramita em votação pelo Congresso norte-americano, o Stop Online Piracy Act visa punir canais que sejam reconhecidos por autoridades e empresas privadas como distribuidores ilegais de conteúdo protegido. Entretanto, além daqueles que, obviamente, serão enquadrados (como sites de arquivos torrent e similares), o SOPA também ataca o acesso a eles, barrando resultados de buscas e negando serviços de DNS, o que impede o direcionamento à página supostamente ofensora.

A lei prevê:
  • Pena de até cinco anos de prisão para organizadores e mantenedores de sites que, por dez vezes ou mais, tenham veiculado propriedade intelectual de forma irrestrita
  • Negação de acesso oriundo de buscadores como Google e Bing
  • Negação de acesso oriundo de links compartilhados, como em redes sociais
  • Negação de serviços de pagamento online atrelados a sites ofensores, como anulação de fundos arrecadados via PayPal
  • Cancelamento dos serviços de provedor
  • Possibilidade de extinção de site ofensor, dependendo da gravidade
Com base em tudo isso, o Olhar Digital pergunta: qual é a sua opinião sobre SOPA?

Intel e LG iniciam parceria para produção de TVs 3D ainda mais inteligentes


Seog-ho Ro e Hee-Sung Lee
Seog-ho Ro e Hee-Sung Lee
As empresas LG Electronics e Intel firmaram uma aliança estratégica para adoção e promoção conjuntas da tecnologia Wireless Display (WiDi), desenvolvida pela Intel.

A WiDi é uma interface de conectividade sem fio que permite a visualização instantânea e transferência em alta definição de conteúdos armazenados em notebooks, telas, TVs, projetores, monitores e outros dispositivos móveis externos. Isso sem a necessidade de uma conexão de internet para transferir dados entre um aparelho e outro.

De acordo com a assessoria de imprensa da LG, a tecnologia da Intel será integrada à linha Cinema 3D/Smart, primeira série de TVs conectadas do mercado a dispor dessa ferramenta. O WiDi estará disponível no Brasil já em 2012 para televisores, notebooks e smartphones da empresa coreana.

Para Seog-ho Ro, vice-presidente sênior da divisão de TVs da LG Home Entertainment Company, os usuários terão acesso a uma variedade maior de conteúdo, de forma mais conveniente.

Além de viabilizar o compartilhamento de conteúdos armazenados, o WiDi ainda permite que inúmeros conteúdos on-line – como vídeos do YouTube e programas de TV transmitidos via streaming –, acessados via notebooks e outros aparelhos portáteis móveis, sejam transferidos para as TVs de alta definição da LG.

"A Intel planeja levar a tecnologia WiDi a vários outros dispositivos, proporcionando aos consumidores uma experiência de uso integrada e mais inteligente. Como resultado dessa parceria com a LG Electronics, os usuários das TVs conectadas poderão se beneficiar da WiDi sem precisarem comprar um adaptador externo", disse Hee-Sung Lee, presidente da Intel Coreia.

Sony divulga vídeo misterioso de uma nova tecnologia que está por vir


Dot Switch (Reprodução)
Sony Dot Switch
Para provocar os usuários do mundo da tecnologia, a Sony divulgou um clipe misterioso de uma nova ferramenta interativa que será anunciada no dia 21 de fevereiro.

No vídeo disponibilizado nosite da Sony, a companhia apresenta um recurso chamado Dot Switch, que parece permitir o controle de vários dispositivos a partir de uma única fonte. De acordo com o filme de trinta segundos, os comandos serão feitos por um smartphone da linha Xperia.

O clipe começa com uma pessoa tocando um grande botão que brilha na tela do celular. O usuário, então, atravessa uma sala contendo alguns aparelhos que são ativados conforme o indivíduo aponta o smartphone na direção de cada um deles. Os dispositivos vão desde um gramofone e canhões de confete, até uma TV de tela plana e um sistema de ativação de luzes inteligentes.

Ao final da prévia, os internautas visualizam a frase "Novo entretenimento da Sony", apontando o nome Dot Switch e a data 21 de fevereiro, que é quando a tecnologia será anunciada pela empresa. Segundo o Twitter oficial da marca, o produto será "uma nova tela de multi-entretenimento".

Ainda não se sabe que tipo de ferramentas serão fornecidas aos usuários. O que dá para perceber é que, no clipe do Dot Switch, todos os periféricos - gramofone, canhões de confete, TV e sistema de luzes - possuem algum tipo de software integrado ao celular, onde podemos perceber uma luz verde no suporte dos produtos. Ao ativá-los, as funções de cada dispositivo são analisadas e então reproduzidas a partir dos comandos feitos pelo smartphone.

Essa seria a possível conclusão do Four-Screen, um projeto anunciado pela Sony no ano passado, que mostrava o conceito de múltiplas plataformas ligadas entre si, permitindo a comunicação umas com as outras. Isso incluiria itens como TVs, computadores, tablets e aparelhos telefônicos.

O jeito agora é esperar até o dia 21 do próximo mês, quando saberemos o que a empresa japonesa está preparando. Enquanto isso, assista ao vídeo do Dot Switch e tire as próprias conclusões:


Página do Google não ficará fora do ar hoje (18/01), mas exibirá protesto contra SOPA


Reprodução
Google
O Google usará de uma meio um pouco diferente de outros sites e empresas, que tirarão suas páginas do ar amanhã (18/01), para mostrar que são contra o SOPA, projeto de lei que visa proteger produtores de conteúdo intelectual contra a pirataria de seus produtos. Um link na home do buscador redirecionará os usuários para um site onde eles poderão encontrar mais informações e dados sobre o assunto.
Para saber mais sobre o SOPA, olha aqui baixo.

Você tem medo do SOPA?

Reprodução
SOPA
"Para promover a prosperidade, criatividade, entretenimento e inovação através do combate ao roubo da propriedade dos EUA e outros propósitos". Esta é a súmula que define oSOPA - ou Stop Online Piracy Act, um projeto de Lei que está em votação no congresso dos Estados Unidos, que visa, segundo os próprios redatores do projeto, proteger produtores de conteúdo intelectual contra a pirataria de seus produtos.

Basicamente, o SOPA dará ao governo um papel maior na questão de violação de propriedade intelectual. Se antes um site recebia notificação de remoção de conteúdo protegido, hoje, o governo poderá exigir o bloqueio ao acesso daquele site, sob a mesma acusação.

E será que haverá aprovação? De acordo com o Dr. Victor Haikal, advogado especializado em Direito Digital do escritório Patrícia Peck Advogados, "fatalmente, ele será aprovado. O governo estadunidense está otimista quanto à validação dessa Lei". O jurista acha difícil dizer, ao menos neste primeiro momento, que o SOPA será de fato eficaz. Para ele, sem dúvida, pessoas que ganhem dinheiro através de conteúdo protegido serão penalizadas, mas o funcionamento dessa lei - ou a adoção dela - a longo prazo ainda é algo incerto.

"Ele é diferente de todos os outros métodos que combatem pirataria pela internet. É uma nova abordagem para combater uma atividade ilegal", diz Haikal, quando questionado sobre sua opinião em relação ao SOPA. "O que tinha antes era um modelo de punição de usuário, mas hoje, outros podem ser penalizados, como sites de busca, provedores de conteúdo, meios de pagamento online etc.". No que dependesse do advogado, uma solução envolvendo acordo de ambas as partes talvez fosse mais interessante: "um modelo de assinatura com taxas mensais ou anuais para órgãos internacionais, que cubram o direito de consumo do internauta, talvez seja mais viável, mas aí já se mexe com uma indústria muito forte".

Indústria essa que está em plena guerra: se dentro do Congresso a animação em relação à aprovação da Lei parece constante, o mesmo não pode ser dito para o lado de fora: gigantes do entretenimento, como gravadoras, estúdios cinematográficos e produtoras de jogos eletrônicos argumentam constantemente a favor do SOPA, uma opinião que não é partilhada por quem depende da internet para viver, como Google e Facebook. Os titãs da internet alegam que o SOPA vai, metaforicamente, aleijar os negócios online. Afinal, boa parte do que pode ser considerado "violação de direitos autorais" pelos preceitos do SOPA residem nos links patrocinados do Google, como remédios proibidos nos EUA, mas que podem ser importados sem receita de outros países.

"Para o cenário macro-econômico e jurídico presente nos EUA, já existem formas de proteger o consumo deles, o modo de vida deles", diz Viktor. "Não dá para dizer qué é injusta uma medida aprovada pelo congresso nacional deles. Dizer que o SOPA está errado, bem, não está - quem produz conteúdo tem o direito de protegê-lo da reprodução indevida. Agora, também não dá para dizer que é a forma mais correta de combate: ao invés de solucionar um problema, o congresso pode estar é trazendo outro. Essa política de brigar com a pirataria a ferro e fogo talvez não seja a melhor solução, pois as pessoas tentarão burlar isso. Se hackers lançarem satélites no espaço, por exemplo, ninguém poderá mandar na informação transmitida por ele".

Mas então, o que muda com o SOPA? O advogado explica: "ainda é válido o método de um produtor de determinado conteúdo notificar um site da infração cometida e pedir pela remoção da ofensa. Se eu pegar um clipe de uma banda, eu não tenho direito sobre ele, mas nada me impede de postá-lo no Youtube, assim como nada impede o Youtube de removê-lo mediante pedido dos reais donos do vídeo. Isso ainda não muda. O problema é quando você começa a ganhar dinheiro com isso: um link patrocinado do Facebook, por exemplo, pode apontar para um conteúdo que apresente violação de direitos autorais. Neste caso, é a rede social quem passa a ser penalizada".

Apesar desse quadro de atenção, o advogado salienta que, por mais que se diga o contrário, juridicamente falando, o Brasil não terá muito o que se preocupar com a nova Lei, ao menos por enquanto: "O que se confunde é a questão de 'fechar o site' e 'bloquear o site'. Ninguém poderá, por exemplo, mandar fechar um site, mas sim barrar o acesso a ele de um determinado ponto. Por exemplo: se um site brasileiro publicar conteúdo inapropriado, ele poderá ficar inacessível de dentro dos EUA. Não quer dizer que o site deixou de existir. É similar ao que a China faz com o Facebook, por exemplo".

Para o advogado, o combate direto pode não ser a melhor solução, o que pode afetar o SOPA a longo prazo. Na opinião de Viktor, seria muito mais interessante que a solução fosse beneficamente conjunta tanto para quem cria o conteúdo como para quem o consome. Para ele, as opiniões jurídicas sobre o SOPA são ambíguas: "como advogado, eu sou, por definição, contra tudo o que é ilegal, como a pirataria. Agora, pode criar-se um ambiente insustentável o fato de uma Lei colocar a neutralidade da internet em xeque em vista de proteger práticas que, para a sociedade, já deixaram de ser rotineiras. Este é o momento ideal para se procurar um acordo desse tipo, mas, infelizmente, este não parece ser o caminho que está sendo trilhado"

Conheça a história do Buscapé, um dos maiores cases de sucesso de startups no Brasil


buscape
O Buscapé é um dos casos de sucesso mais famosos do Brasil. O site, que compara preços de produtos em lojas de todo país, revolucionou o mercado e serviu de exemplo para que outros brasileiros se arriscassem no empreendedorismo, especialmente usando a internet.

Mas, para quem achou que o Buscapé nasceu por acaso, assim como a maioria das empresas de sucesso, se enganou. Quando os estudantes Romero Rodrigues, Rodrigo Borges, Ronaldo Takahashi e Mario Letelier se uniram, eles já planejavam abrir um negócio. A escolha pelo mercado online se deu por um motivo simples: eles queriam inovar e a internet era a melhor opção para isso.

Depois de algumas pesquisas, o grupo percebeu que não existiam sites que exibiam listas de preços praticados por diversas lojas de um mesmo produto e resolveram criar um. Em junho de 1999, cada um dos envolvidos investiu dinheiro para a compra de três computadores pessoais e mais R$ 4.800 para iniciar o projeto. Eles se reuniam em uma pequena sala de um edifício corporativo e começaram a fazer parcerias com lojas que também estavam começando como o Magazine Luiza, por exemplo.

Rodrigo Borges criou um software de compilação e comparação de dados e, após ser licenciado, o grupo correu atrás de preços dos mais diversos produtos e lojas. "A ideia original era listar até lojas de ruas e shoppings, porque o e-commerce não existia quando nós começamos. Mas, essa ideia era muito romântica, porque era difícil o consumidor exercer o poder de compra naquela época. As lojas mal davam o preço do produto pelo telefone", lembra Romero em um vídeo institucional da empresa. Este software foi a plataforma inicial do Buscapé que, ao longo dos anos de operação da empresa, passou por diversas atualizações.

A inauguração do site só aconteceu em 1999, depois que o "QuantoCusta" se tornou o "Buscapé". O nome inicial da empresa já estava registrado e eles tiveram que trocar. A palavra Buscapé (nome regional para fogos de artifício, geralmente usada em festas juninas) estava em vigésimo lugar de uma lista extensa de opções e foi escolhido pela sonoridade. "No início o site tinha pouco mais de 25 mil usuários, enquanto hoje temos mais de 60 milhões de consumidores usando nossos serviços todos os meses. Ao mesmo tempo, quando colocamos o site no ar, eram 30 empresas cadastradas e hoje já temos mais de meio milhão de empresas listadas", conta.

Em 2000, com a bolha da internet e o crescimento do comércio eletrônico no Brasil, os fundadores conseguiram atrair investidores como a E-Plataform, Merrill Lynch, Unibanco e Brasil Warrent (grupo Moreira Salles). Primeiro houve a injeção de US$ 500 mil e depois um segundo aporte de US$ 6 milhões. Com o caixa cheio, em 2002, a empresa se tornou rentável.

Romero, no entanto, ainda não estava satisfeito e, paralelamente à gestão do BuscaPé, ele iniciou a expansão internacional do projeto. O grupo abriu escritório no México, Argentina, Chile e Colômbia. No final de 2005, mais novidades. Os grupos que contribuíram com a empresa venderam suas participações para o fundo norte-americano Great Partners Hill. A Great Partners, por sua vez, comprou o maior concorrente do site, o Bondfaro, e o restante do competidor foi fundido com o BuscaPé, transformando a empresa resultante no maior site de pesquisa de preços da América Latina. As empresas continuaram existindo como sites de comparação de preços independentes e os sócios do Bondfaro passaram a ser sócios do Buscapé, sendo que alguns deles ainda permanecem na operação e outros venderam suas participações.

No mesmo ano, a companhia já faturava R$ 18 milhões, que chegaram a R$ 50 milhões em 2008. Quatro anos depois, o grupo de mídia sul-africano Naspers anunciou a aquisição de 91% das ações da companhia por US$ 342 milhões. A empresa comprou a fatia do fundo Great Hill Partners e de cinco dos nove sócios minoritários. Dos quatro sócios iniciais, somente o Mario Letelier vendeu sua participação no acordo com a Naspers.

Em setembro de 2010, o Buscapé deu mais um golpe certeiro. A companhia
comprou o ZipMe, centralizador de ofertas de sites de compras coletivas e de clubes de compras do Brasil, e fundou o SaveMe. Com o negócio, o Buscapé se tornava um grupo de internet. "Começamos como um site comparador de preços e hoje já somos um Grupo de internet de 15 empresas. Conquistar a liderança em audiência é um troféu que começamos a buscar lá no início", comemorou Romero na época do acordo.

O último anuncio ligado à empresa foi nesta segunda-feira (16/01). O Buscapé adquiriu parte da Resolva.me, uma rede de recomendações entre clientes, prestadores e empresas de serviços no Brasil. Neste período pós-aquisição do Buscapé, o Resolva.me prepara para os próximos meses perfis para profissionais ou empresas com álbum de fotos, mapa de atuação por região, central de qualificação para os usuários que entraram em contato com profissionais selecionados.

E aí, você usa o Buscapé? O que acha do site e da empresa? Tem alguma "ideia mirabolante" aí na cabeça e sonha em um dia criar a sua própria startup? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

Designer cria notebook "tudo-em-um" que reúne câmera, smartphone, tablet e MP3


Lifebook (Reprodução)
Lifebook
Notebook, celular, câmera fotográfica, tablet. Esses e tantos outros produtos nos deixam conectados 24 horas por dia. Mas e se, ao invés de carregar tantas coisas na mochila ou nos bolsos, você pudesse reuni-los todos em um só dispositivo, de uma maneira prática e bastante organizada? Pois essa é a proposta do Lifebook que, como o próprio nome já diz, reúne, em um único aparelho, os principais produtos tecnológicos da geração atual, como smartphone, tablet, câmera digital e MP3 player.

Divulgada no site Yankoo Design, a ideia parte do princípio de "hardware compartilhado", que faz com que os itens conectados sejam partes atuantes do computador. O aparelho, criado pelo designer Prashant Chandra, integra um leitor para cada dispositivo, formando um PC "tudo-em-um". Apesar de funcionarem de forma independente, todos compartilham ferramentas, arquivos, processam energia, se recarregam e são sincronizados ao mesmo tempo.

Reprodução

Semelhante ao formato de um notebook, o dispositivo não possui um teclado convencional como estamos acostumados a ver, pois utiliza um tablet interno como periférico. Ele ainda pode transformar o computador portátil em um aparelho com duas telas, permitindo que o visor touchscreen do tablet seja utilizado como um bloco de desenhos, por exemplo.

A câmera fotográfica, além de transferir suas fotografias para o aparelho, pode ser usada como uma webcam. Já o smartphone fica acoplado na parte frontal do notebook, com a possibilidade de fornecer energia de processamento, assim como uma bateria extra. Além disso, se você consegue acessar a internet pelo celular, é possível utilizá-lo como modem 3G ou 4G.

Por enquanto, o Lifebook é apenas um conceito, e não tem previsão de preço nem quando será lançado no mercado. Mas, em uma das imagens, é possível ver a frase "Lifebook 2013". Será que, no ano que vem, o veremos nas lojas?

Amazon se prepara para lançar e-books no Brasil


Amazon (Reprodução)
Amazon
A Amazon se prepara para lançar seu serviço de venda de livros digitais e iniciar suas operações no mercado brasileiro. É o que afirma o site Publishing Perspectives, que confirma a contratação de Mauro Widman como "gerente de vendas para o Kindle" aqui no Brasil.

O engenheiro trabalhou no último ano e meio desenvolvendo a plataforma de e-books da Livraria Cultura, uma das maiores redes de livrarias do país, e começou a trabalhar para o varejista americano desde a segunda-feira, 09/01.

Widman vai passar o resto do mês de janeiro imerso em uma série de treinamentos na sede da Amazon (Seatle, Estados Unidos). Em fevereiro, a empresa deverá fazer uma apresentação oficial da versão nacional do aplicativo de livros digitais, para iniciar as negociações com as editoras brasileiras. E é aí que o engenheiro Mauro Widman entra em cena.

Ao longo de 2011, a Amazon se reuniu com várias editoras brasileiras, mas não conseguiu assinar qualquer acordo. De acordo com fontes ligadas à companhia, o site americano teria feito uma proposta para oferecer livros online com descontos de até 70% - um número que foi considerado alto pelos editores locais. A média oferecia pelos investidores é de, no máximo, 35% para os e-books.

Em entrevista para o PublishNews, Widman disse acreditar que, em 2012, as negociações serão bem mais abertas e "devem oferecer condições favoráveis para os editores, em comparação ao que está sendo feito em outras partes do mercado". Além disso, a Amazon movimenta uma equipe de engenheiros locais, que já trabalham para adaptar seu software totalmente para o idioma português.

Contudo, ainda não se sabe se a Amazon planeja lançar o Kindle e a livraria virtual brasileira simultaneamente, como aconteceu em países como Espanha e Itália, no ano passado. A empresa estuda se deve iniciar um processo de importação ou fabricar os tablets no Brasil - a segunda opção parece interessante devido à redução de 30% dos impostos sobre itens produzidos no país.

A expectativa é de que, caso o Kindle seja comercializado em território nacional, o aparelho se tornará o leitor eletrônico mais barato disponível no mercado, além de impulsionar um aumento significativo na leitura digital.

Vale lembrar que muitas redes varejistas já vendem e-books no Brasil, incluindo Saraiva, Cultura, Sabido Gato, Positivo, Leitura e Companhia das Letras. Atualmente, esse tipo de ferramenta representa menos de 0,5% das vendas de livros no país, embora as editoras continuem a investir pesado nesse segmento.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Instalando Encore ENL832-TX-ICNT no Slackware

Resolvi postar esta dica porque pelo que vi alguns usuários Linux tem dúvidas e também problemas quando se fala em Encore ENL832-TX-ICNT e como também tive quando trabalhei com ela... então vamos la!

Primeira coisa a fazer é conseguir o driver da mesma segue link:

# wget http://www.futuretec.com.br/ba/ENL832-TX-ICNT.ZIP

Depois de conseguir o arquivo teremos que descompactá-lo:

# unzip ENL832-TX-ICNT.zip
# cd ENL832-TX-ICNT/Linux/


Agora vamos para a compilação:

# make
# cp sundance.o /lib/modules/2.4.29/kernel/drivers/net
# cd /lib/modules/2.4.29/kernel/drivers/net
# insmod sudance


Pronto! Driver compilado e carregado, agora vamos configurar a nossa placa:

# ifconfig eth0 192.168.0.1 netmask 255.255.255.0

OBS: Para carregar a configuração da sua placa automaticamente, edite o arquivo /etc/rc.d/rc.local e adicione as mesmas linhas no final.

44 comandos para Linux

1ls -lLista arquivos e diretórios
2ls -RLista os arquivos do diretório e subdiretórios, inclusive ocultos
3find /diretório -name *procura*Procura no diretório por arquivos ou subdiretórios
4duTamanho do diretório
5du -STamanho dos subdiretórios
6cal MM YYYYExibe a data no formato especificado
7cal 01 2000Exibe o calendário do mês de Janeiro no ano 2000
8cat arquivo.txtExibe arquivos texto no console
9more arquivo.txtExibe com paginação do conteúdo
10cp -RCopia todo o conteúdo do diretório, inclusive subdiretórios
11rm -RfRemove todos os arquivos e subdiretórios do diretório especificado, sem confirmação
12tail -f /var/log/messages~xibir o log do sistema
13Ctrl + z no consolerSuspende um processo em andamento permitindo digitar outro comando durante a execução de um programa
14ps -aVisualiza os processos em execução
15comando &Inicia o processo em segundo plano
16kill -9 pidMata um processo, o pid do programa pode ser visto com ps -a
17Ctrl + ALT + BackspaceFecha o X11
18modinfo móduloInformações sobre módulo
19lastInformações sobre logins
20unzip arquivo.zipDescompacta arquivos zipados
21zip nome.zip arquivo1 arquivo2...Zipa os arquivos como nome.zip
22ls -laLista todos os arquivos, inclusive ocultos
23chmod 777 arquivoDá permissão total no arquivo, o primeiro número se refere ao proprietário, o segundo ao grupo e o terceiro aos demais usuários, onde 1 = executar(x) 2 = escrever(w) 4 = ler(r). Deve ser colocada a soma das opções desejadas
24tar -zcf arquivo.tar.gzDiretório ou arquivo a ser compactado
25tar -jxvf nomedoprograma.tar.bz2Descompacta .tar.bz2
26tar -xzvf arquivo.tar.gzDescompacta .tar.gz
27tar -Zxvf arquivo.ZDescomapcta .Z
28tar -xz arquivo.tarDescompacta .tar
29mkdir nomeCria um diretório com o nome especificado
30cd diretórioVai para o diretório especificado
31pppsetupConfigurar conexão para internet
32chfn usuárioMuda informações do usuário (nome, telefone...)
33userdel usuárioRemove o usuário do sistema
34userdel -f usuárioRemove até a pasta do usuário
35xwmconfigSeleciona o window manager padrão
36df /dev/dispositivoMostra informações sobre o dispositivo, como tamanho, espaço livre...
37adduser usuárioAdiciona usuário ao sistema
38chown novodono arquivoMuda o dono do arquivo para o novo dono
39traceroute endereço_ipTraça a rota percorrida para chegar no endereço
40fsck -t ext2 /dev/dispositivoEquivale ao scandisk do win. Checa o dispositivocom o tipo (-t) especificado
41ln arquivo nomedolinkLink direto para arquivo
42ln -s arquivo nomedolinkLink simbólico
43mount -o loop imagem.iso /mnt/Monta uma imagem .iso em /mnt
44netconfigConfigurações de rede

Rumor: Apple anunciará plataforma de edição de e-books interativos


Apple Education (Divulgação)
Apple Education
A Apple fará um eventovoltado para educação na quinta-feira (19/1), e, tudo o que se sabe até o momento, é isso. A empresa não costuma divulgar muitos detalhes de suas conferências, mas, segundo o ArsTechnica, o grande anúncio do momento será uma ferramenta para a criação de e-books interativos, chamada GarageBand for e-books.

O GarageBand é um software para Mac OS X para a edição de músicas e podcasts. O programa deve ser ampliado para funcionar também na produção de livros digitais interativos. Assim, qualquer um conseguiria desenvolver, com facilidade, esses arquivos. A Apple planeja expandir a plataforma para distribuir esses e-books entre os usuários de iPad e iPhone.

Outra novidade deve ser a inclusão do suporte ao padrão ePub 3 para os livros digitais. Atualmente, o iBooks tem suporte apenas para o padrão ePub 2.

De acordo com a biografia de Steve Jobs, o co-fundador da Apple acreditava que a indústria de livros impressos seria destruída pelos livros digitais - e esses dois anúncios teriam relação direta com as crenças de Jobs, que trabalhou bem próximo do desenvolvimento dos projetos.

Em 2012, Samsung quer baterias de smartphone que durem muito mais


Reprodução
Samsung
A Samsung pretende fazer investimentos de até US$ 41 bilhões durante 2012 em desenvolvimento de novas tecnologias e expansão da capacidade de produção atual da empresa, de acordo com a Reuters.

Para 2012, um dos objetivos da Samsung é desenvolver baterias de smartphone que durem mais, sem a necessidade de carregar o dispositivo mais de uma vez durante dia. Para isso, a empresa vai colocar baterias maiores nos aparelhos, além de otimizar recursos que demandam gasto de energia, como uso de redes Wi-fi e 3G. O objetivo é fazer com que os smartphones da empresa tenham baterias que durem um dia inteiro com uso moderado a intenso, de acordo com a CNet.

Um dos investimentos da empresa em infraestrutura será na espansão de uma fábrica de processadores para a Apple no Texas, nos Estados Unidos, que custará US$ 1 bilhão. Na planta, a empresa fará chips A5 e A6, atualmente embarcados em iPhones e iPads.

Além de expandir a capacidade de algumas de suas fábricas e investir em pesquisas, a Samsung também pretende contratar cerca de 26 mil funcionários pelo mundo durante 2012, e separar um montante para aquisições e fusões que podem ser feitas ao longo do ano.

Cerca de 80% dos investimentos serão feitos pela Samsung Electronics, particularmente as divisões de semicondutores e telas móveis. Analistas acreditam que nenhuma empresa de tecnologia deve superar os investimentos que a sul-coreana pretende fazer. Entre as principais concorrentes, Sony, Toshiba, Hitachi e Sharp devem investir, juntas, US$ 16,6 bilhões em 2012.

Hacker mostra video em que roda jailbreak no iPhone 4S


Reprodução
iPhone 4S
O hacker pod2g, que já teve espaço aqui no Olhar Digital no início do mês, publicou no Youtube um vídeo mostrando o iPhone 4S rodando um jailbreakcompleto (untethered), inicializando, inclusive, a interface do repositório de aplicativos homebrew - o popular Cydia. Segundo o hacker, esta conquista só foi possível por ele ter permissões de desenvolvedor, o que lhe confere a habilidade de estudar o sistema operacional iOS em sua versão mais recente, a 5.0.1.

Entretanto, esta ainda não é a distribuição pública, ou seja, aquela que a equipe do iPhone Dev Blog disponibiliza para os usuários fazerem o download. "pod2G" ainda não deu uma previsão de quando uma versão definitiva pode chegar. Confira abaixo o vídeo (em inglês):


Redes 3G+: elas já estão entre nós! Veja como garantir essa velocidade extra


Reprodução
internet 3g+
O mais comum, hoje, para qualquer pessoa que queira comprar um smartphone, é adquirir um aparelho já "amarrado" a um plano de dados pós-pago, com uma determina oferta de acesso à internet móvel. Apesar de você não ser obrigado a acatar essa "amarra", a maior parte dos clientes aceita pela conveniência de se ter a rede sempre à mão.

O sinal 3G foi instituído no Brasil em 2004, com a Vivo. Desde então, o que temos é um misto entre o 3G completo (mais veloz e estável, porém com taxas mais caras) e o popularmente chamado "2.5G", que oferece algumas funções do 3G, mas não com a mesma velocidade ou estabilidade. Quase dez anos depois, as operadoras de telecomunicações já começam a visar o próximo passo. Não. Ainda não é o 4G, apesar dos smartphones mais recentes já darem suporte à essa conexão. O que temos hoje é conhecido como "3G+" ou "HSPA+" (High Speed Packet Access) – um padrão de velocidade que fica na linha intermediária entre o 3G atual e o 4G ainda inexistente no Brasil.

Pelo menos três das quatro grandes operadoras nacionais já oferecem os pacotes 3G+. É possível, inclusive, que você já esteja usando esse tipo de serviço sem saber. Saiba o motivo no detalhamento de oferta da Vivo, Claro, TIM e Oi /Brasil Telecom para a tecnologia 3G+:

VIVO
  • Desde quando oferece?
    A VIVO já dispõe de um pacote 3G+ desde novembro 2011 em São Paulo.
  • Como posso contratar e quais são os preços e condições?
    Ainda não é possível contratar planos para smartphones - apenas para banda larga (o modem). Clientes corporativos, atualmente, os únicos que podem assinar esse serviço, pagam R$ 199,90 mensais (já incluso o modem no plano "VIVO Internet Brasil 8GB"), mas há desconto de 50% para assinantes Speedy - com valor de R$ 99,50 mensais.
  • Quais são os aparelhos compatíveis?
    Segundo a própria VIVO, esse sinal de conexão ainda não está disponível para smartphones e afins. Seu uso, por enquanto, é restrito a notebooks e desktops.
CLARO
  • Desde quando oferece?
    A Claro já disponibilizou o sinal 3G+ para seus clientes em dezembro de 2011, em várias cidades do país.
  • Como posso contratar e quais são os preços e condições?
    Indiretamente, você já contratou. A Claro providenciou o upgrade do sinal para o 3G+ em dezembro de 2011, sem custo adicional para seus clientes. A questão reside na compatibilidade do seu aparelho.
  • Quais são os aparelhos compatíveis?
    - Motorola Atrix
    - Motorola Razr
    - Samsung Galaxy SII
    - Samsung GalaxyTab 8.9 (exclusivo da operadora)
    - Samsung GalaxyTab 10.1
    - Samsung Galaxy Note (exclusivo da operadora)
Reprodução

TIM
  • Desde quando oferece?
    A atualização da rede atual para o padrão 3G+ está sendo feita de forma gradativa. Segundo a TIM, cerca de 50% das antenas da empresa já são capacitadas para o 3G+, mas ainda não há previsão de um lançamento comercial para os clientes.
  • Como posso contratar e quais são os preços e condições?
    Assim como ainda não há previsão de lançamento comercial, não há informação sobre novidades de preço.
  • Quais são os aparelhos compatíveis?
    De acordo com a TIM, não há qualquer informação neste tópico.
OI/BRASIL TELECOM
  • Desde quando oferece?
    A Oi / Brasil Telecom já conta com instalação de estruturas para transmissão de sinal 3G+ desde outubro de 2011.
  • Como posso contratar e quais são os preços e condições?
    Segundo a própria operadora, este serviço ainda não está disponível para aquisição.
  • Quais são os aparelhos compatíveis?
    Assim como ainda não há disponibilidade do serviço para compra, a Oi também não soube informar sobre compatibilidade de aparelhos.
Vale citar ainda que as velocidades são bastante variáveis, mas, a salvo da Claro, que fez a conversão do sinal sem custo para o cliente (em outras palavras, a maioria nem percebeu a mudança), as outras empresas ou ainda não disponibilizaram assinatura - o que pode ser um indício de aumento de custos mensais para o cliente - ou então destinam o serviço, ao menos em um primeiro momento, para finalidades corporativas.

Você, cliente Claro 3G ou Vivo 3G Corporativo? Percebeu a mudança no seu celular? A conexão é mais rápida? Quanto? Conte-nos sua experiência nos comentários abaixo. Em breve, faremos um "hands on" e um comparativo dos serviços citados.

Microsoft inaugura maior centro de tecnologia e inovação da América Latina


Microsoft (Reprodução)
Microsoft

A Microsoft inaugurou nesta terça-feira (17/01) o maior centro de tecnologia e inovação da América Latina, o MTC (Microsoft Technology Center). São Paulo (SP) foi a cidade escolhida para abrigar o espaço de 1,3 mil metros quadrados com ambientes para desenvolvimento de soluções, discussões e simulações.

Na ocasião, também foi assinado um protocolo de intenções celebrado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Microsoft. "O protocolo visa acelerar incubadoras para criar startups com base tecnológica nas áreas de telecomunicações, óleo e gás, saúde, educação e, especialmente, jogos, que fomentam o segmento de inovações por se tratarem de softwares muito sofisticados", comentou o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy.

Serão seis aceleradoras autossustentáveis em seis cidades do país. Quatro delas já foram definidas: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Cada uma das aceleradoras terá 10 startups incubadas por um período de três anos com acesso às tecnologias mais recentes a serem disponibilizadas pela Microsoft. As startups serão selecionadas a partir de 2 mil empresas participantes de projetos como o BizSpar, programa de apoio ao empreendedorismo, e a ImagineCup, Copa do Mundo de Computação. Dessa forma, as soluções de destaques das empresas iniciantes ficarão disponíveis no MTC para que outras companhias possam experimentá-las. "Descobrimos que para se ter inovações é necessário três entidades: governo, empresa e universidades. O MTC será um centro de efervecência do conhecimento, um ambiente interativo", comenta.

Além de clientes e parceiros, está prevista também a utlização do MTC por ONGs, estudantes e empreendedores que participam dos projetos da companhia. O investimento de US$ 10 milhões no centro, no entanto, não dará retorno financeiro à empresa. Segundo Levy, o retorno será um nível de inovação maior por parte dos clientes e parceiros. "O investimento é ampliar a presença e relevância da Microsoft no mundo todo", diz.

A infraestrutura do centro em São Paulo foi montada em parceria com 15 importantes empresas do setor de tecnologia, entre as quais estão HP, Intel, Nokia e Dell. Há no local um datacenter com 360 processadores, cuja capacidade de armazenamento é de 700 terabytes, além de salas de simulações, projeções de imagens e criação de ambientes, treinamentos, laboratório de desenvolvimento e centro de interação.

O envisioning Center, por exemplo, é um espaço que permite visualizar por meio de cenários pré-montados como hospitais, casas, aeroportos ou escritórios, todo o portfólio de soluções sugeridas pela companhia.

"Já o data center vai simular o máximo do ambiente das empresas, mas também poderá usar os dados dos próprios clientes se baseando em protocolos de segurança para garantir que nada saia dali", explica Fábio Souto, diretor do MTC. "O centro de inovação e tecnologia contará com um time de oito pessoas prontas para atender os clientes e parceiros na criação de novas soluções", completa.

Um dos exemplos de solução de destaque apresentados no MTC foi o programa de apoio ao portador de deficiência, ProDeaf. A novidade ganhou o primeiro lugar na 9a edição da Copa do Mundo de Computação em Nova York, em julho de 2011. A aplicação transforma voz em língua de sinais (Libras) e vice-versa, permitindo uma comunicação fluente, em tempo real, entre surdos e não-surdos. A pessoa escreve a frase no programa e um avatar simula as libras para o surdo. A solução também funciona com a fala, que é convertida em Libras no mesmo instante. "Imagine daqui um tempo um plugin no MSN do ProDeaf ou na televisão onde o avatar converte em tempo real o que está sendo falado", comenta João Paulo Oliveira, diretor de negócios da Proativa, empresa responsável pelo desenvolvimento do ProDeaf.

O centro já está funcionando há um mês, mas hoje foi a inauguração oficial. Para saber mais, clique aqui e para conhecer o ProDeaf, assista o vídeo abaixo.


Twitter deve alcançar 500 milhões de usuários em fevereiro



Reprodução
Twitter
Menos de uma semana depois de um relatório apontar a marca de 1 bilhão de usuários no Facebook -que deve ser alcançada em agosto deste ano -, agora foi a vez do Twitter ser alvo de mais uma pesquisa com números impressionantes. De acordo com o site de estimativasTwopcharts, a rede de microblogs ganha 11 novos membros a cada segundo e poderá atingir meio bilhão de cadastrados já no mês de fevereiro.

Existem, atualmente, 465 milhões de contas no Twitter, sendo que mais de 800 mil foram feitas apenas nas últimas 24 horas. Isso representa um aumento de 65% desde maio de 2011, quando os números davam conta de que 300 milhões de perfis faziam parte da rede social. Se o crescimento continuar nesse ritmo, o usuário de número 500.000.000 deve se associar ao serviço na madrugada do dia 25 do próximo mês.

Reprodução

Contudo, vale ressaltar algumas informações importantes. Mesmo com as futuras 500 milhões de contas cadastradas, apenas uma pequena parte delas utiliza o Twitter de fato. Em setembro do ano passado, o site anunciou que o número de membros ativos situou-se, por mês, na casa dos 100 milhões, e metade deles acessava seus perfis diariamente.

Além disso, Dick Costolo, CEO da rede social, revelou que as inscrições triplicaram em outubro de 2011 com o lançamento do serviço no sistema operacional iOS, o que leva a concluir que a Apple tem um papel significativo para que o microblogging chegue à marca dos 500 milhões de usuários.