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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Falha no iOS permite ver lista de contatos, mesmo com o iPhone bloqueado
Teclado com botões grandes e amarelos é feito para quem tem dificuldade em digitar
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Pouco retorno: varejistas estão fechando suas lojas no Facebook
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Em 2011 diversas lojas resolveram se arriscar em um novo modelo de e-commerce, o f-commerce. Varejistas do mundo inteiro estabeleceram sua marca no Facebook pela primeira vez no ano passado. No entanto, segundo um relatório publicado pelaBloomberg, muitas destas lojas virtuais na rede social já estão fechando.
De acordo com a publicação, a GAP e outras lojas de roupas norte-americanas fecharam suas "portas" no Facebook, minando as expectativas de que a rede social se tornaria umas das principais geradoras de renda para os varejistas durante a próxima década.
A VP de marketing da GameStop, uma das varejistas que fechou a sua loja virtual, disse que não estava obtendo o retorno do investimento, por isso decidiu acabar com o f-commerce rapidinho. "Para nós foi um espaço onde nos comunicamos com os clientes, mas não foi um lugar para vendas", afirmou a VP Ashley Sheet, que permaneceu com o canal aberto por apenas seis meses.
Segundo um analista da Forrester Research, Sucharita Mulpuru, houve muita expectativa de que o Facebook se tornaria um novo local de compras. Mas, o que ninguém pensou é que vender algo ali seria como tentar vender produtos para as pessoas enquanto elas estivessem no bar, conversando com seus amigos. Ou seja, o Facebook é um espaço de socialização e não de compras.
Apesar disso, Mulpuru não acredita que o f-commerce acabará. Mesmo que algumas lojas não tenham obtido retorno e o Facebook ainda seja uma rede mais social do que comercial, ainda não há provas de que o site não tenha potencial para se tornar um bom canal de vendas. O analista sugere que os varejistas podem não ter aproveitado o poder das plataformas da forma correta.
A maioria das marcas criou suas lojas na rede social importando seus catálogos para o Facebook. No entanto, a experiência de compra é exatamente igual à das lojas virtuais da empresa, porém, com um ponto negativo: os aplicativos na rede são muito mais lentos do que o próprio site da marca. Isso significa que o f-commerce ainda não trouxe diferenciais e, portanto, tem poucas chances de sucesso.
Outro problema apontado pelo analista é que as empresas têm oferecido pouca quantidade de produtos. Normalmente, as lojas exibem promoções de um ou dois itens por um curto período e isto não tem chamado atenção do público. Com isso, muitas empresas têm perdido dinheiro, pois o desenvolvimento de aplicativos de compras para o Facebook é caro e sua manutenção também.
Mulpuru diz que ainda é muito cedo para lamentar o desaparecimento do f-commerce, mas o fato é que os varejistas deverão inventar novas maneiras de gerar receita através da rede social se quiserem obter sucesso nessa empreitada.
Quer deixar sua opinião? Conte nos comentários abaixo se você já comprou algo no Facebook e como foi sua experiência. E para saber mais sobre o f-commerce, leia aqui uma matéria sobre o assunto.
Mais segurança: aplicativo gratuito criptografa arquivos armazenados no Dropbox
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Pensando nisso, a desenvolvedora de aplicativos AppSense criou o DataLocker, uma suite de aplicativos para iOS, Windows e MacOS, que criptografa todo o material disponibilizado no DropBox de graça, mas ao mesmo tempo mantendo a sincronização entre diversas plataformas. O funcionamento é bem simples: basta instalar a suite em um desktop ou smartphone e "linkar" a conta de usuários no DropBox. A partir daí, é possível tanto navegar pela lista de arquivos já hospedados na nuvem e assinalar a criptografia de proteção deles, como também é possível fazer upload pelo próprio DataLocker, protegendo os arquivos automaticamente.
O DataLocker é o primeiro produto da "AppSense Labs", o braço da empresa destinado ao desenvolvimento de soluções que facilitem o cotidiano pessoal e corporativo, nas áreas mobile, cloud computing e proteção de dados. Entretanto, o DataLocker não dá suporte ao Microsoft Skydrive nem ao Apple iCloud.
Para fazer o download, é necessário preencher um formulário. Clique aqui para acessar a página do produto (em inglês).
Google, Apple e Microsoft chegam a acordo para privacidade em aplicativos
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Apple VS. Proview: uma briga que parece estar longe de acabar
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Segundo informações doCNET, o Hejun Vanguarding Group, uma empresa de consultoria econômica que está trabalhando com credores para reestruturar a Proview (a companhia declarou falência em agosto de 2010), estaria procurando escritórios de advocacia corporativa para abrir processos de violação de marca contra a Apple em diversos países, incluindo os Estados Unidos.
A Apple ainda não comentou o assunto, mas o CNET diz que a Proview vai pedir US$ 2 bilhões à empresa de Cupertino, como montante pela suposta violação.
Entenda a briga
A Apple possui três lojas próprias (Apple Stores) em território chinês. Obviamente, tais lojas vendem o iPad. Mas, no caso da China, já havia uma marca "Ipad" registrada em nome da fabricante Proview - inclusive com um produto lançado. Desnecessário dizer que a Proview abriu ação alegando violação de marca registrada.
A Apple se defendeu dizendo que comprou os direitos mundiais de uso do nome "iPad" - incluindo qualquer alteração em sua grafia -, e a Proview respondeu que este nome era responsabilidade de seu setor tecnológico, baseado em Taiwan, e que a Apple teria negociado apenas os direitos para aquele país.
O juiz Hon Poon, porém, decidiu em favor da Apple, dizendo que, independentemente de qual seja o país-sede de um ramo de uma empresa, todos os setores estão abarcados dentro do nome "Proview", então uma negociação bem sucedida com um escritório valeria por todos.
No próprio CNET, há citações de funcionários do setor judiciário e alfandegário - estes últimos dizem que banir o iPad na China é algo pouco provável.
O que você entende por isso tudo? A Apple teria violado um direito da Proview? Ou seria a empresa chinesa mais uma a tentar levar vantagem nessa constante onda de processos por marcas? Conte-nos a sua opinião nos comentários abaixo.
HP anuncia: vai lançar computadores com Windows 8 até o fim de 2012
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Adobe divulga planos para o futuro do Flash
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Rumor: Google deve oferecer serviço de TV por assinatura
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Windows 8 terá suporte para 109 idiomas, associados a cada usuário de forma independente
| Windows 8 (Divulgação) |
Atualmente, o Windows 7 está disponível em 95 línguas diferentes. Na próxima versão do sistema operacional, 14 novos idiomas serão suportados, cobrindo, assim, cerca de 4,5 bilhões de pessoas em todo o mundo.
Impeça o Google de rastrear seus passos na web!
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Chamado "Do Not Track Plus", o complemento, compatível com Mozilla Firefox,Internet Explorer, Google Chrome e Apple Safari, fecha a brecha citada, impedindo que o Google force o ícone "+1" em literalmente tudo o que você faz pela internet. O add-on também barra propagandas indesejadas, mesmo aquelas em formato de pop-up ou de intervenção de home page.
O funcionamento é simples. Após a instalação do complemento em seu navegador de preferência, um ícone correspondente a ele será constantemente exibido no canto superior direito da tela. Cada vez que algum site tentar capturar seus dados, o envio será barrado e o usuário, notificado.
Mais: ao clicar no ícone dentro do seu navegador, o "Do Not Track Plus" exibirá uma lista de sites que estão tentando enviar suas ações de navegação e, sobretudo, para quais empresas estes dados seriam enviados. Mas o bloqueio não é total e irrevogável: se você quiser de fato usar o "+1" do Google, por exemplo, será necessária uma confirmação dentro do plugin para que ele entenda o recurso como algo permitido pelo usuário.
Você pode ver mais informações, além de baixar o add-on, aqui.
Participação do iPad no mercado de tablets está em queda
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O iPad, que já representou 90% do mercado de tablets, fechará o ano de 2012 com 62% da fatia de participação no setor. Apesar das vendas em números absolutos continuarem aumentando, o índice não deixa de ser um alerta para a empresa.
Os números são daTrendForce e mostram que, desde 2010, a participação doiPad está caindo. Naquele ano, o produto detinha 90% da fatia do mercado. A queda é motivada pela onda de dispositivos com o sistema Android.
Porém, segundo o CNet, as vendas do iPad continuam crescendo. Em 2012, 59 milhões de unidades serão vendidas. Um número expressivo, se compararmos aos 40 milhões de 2011 e aos 14 milhões de 2010.
O iPad 3, que já é esperado pelos fãs, poderá ter uma melhora em sua resolução, o que pode ajuda a Apple a recuperar pontos no mercado. Mas a TrendForce questiona se haverá demanda o suficiente para acompanhar a oferta.
Curiosidade: como a Wikipedia se mantém no ar?
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A maioria de nós conhece a Wikipedia, a enciclopédia colaborativa online. A cada segundo, os servidores da enciclopédia virtual recebem entre 25 mil e 60 mil visitas, dependendo da hora do dia. E você já tentou imaginar o tamanho da estrutura para manter essa gigante no ar?
Atualmente, há quase 700 servidores e 100 funcionários à disposição da Wikipedia. Porém, o site conta com a ajuda de cerca de 100 mil editores regulares, que mantêm os textos em ordem. Mas, mesmo estando estre os 5 sites mais acessados do mundo, o grande problema aqui parece ser o dinheiro para bancar tudo isso, mês a mês.
Todos os anos, a equipe apela para a colaboração dos internautas. Uma campanha criada em 2011 por Jimmy Wales, presidente da Wikimedia, visava arrecadar US$16 milhões (cerca de R$27 milhões) para que o site continuasse com seu trabalho. Nessa ocasião, a Wikipedia conseguiu a maior arrecadação de sua história: foram US$20 milhões (cerca de R$34 milhões), reunidos graças a mais de 500 mil doações.
O dinheiro é usado para financiar custos operacionais e de infraestrutura, como funcionários e servidores, banda larga e hospedagem na internet, além de outros projetos da Wikimedia Foundation.
Para gerenciar e garantir que todos os serviços estão no ar, a fundação conta com um "segredo": o software chamado WatchMouse. Trata-se de um serviço de monitoramento de experiências da NimSoft, usado por outras grandes empresas como Amazon e Google Apps. O software representou uma enorme mudança na Wikimedia. O programa rastreia e monitora a situação e tempo de resposta dos sites, dando uma visão global das ferramentas, segundo o site ZDNet.
Basicamente, a diferença está aqui: antigamente, a Wikimedia contava com a comunidade de usuários para que problemas fossem relatados e consertados. Porém, isso demorava um tempo até ser feito. Agora, a fundação consegue saber dos problemas antes que eles causem algum impacto aos usuários.
A Wikimedia lançou até mesmo uma página que dá informações em tempo real sobre o status, performance e disponibilidade de seus sites na internet. Para conferir, clique aqui.
Ubuntu para Android: seu smartphone transformado em um verdadeiro computador
| Ubuntu for Android (Divulgação |
O projeto é um dos mais interessantes envolvendo celulares inteligentes e a plataforma Android. A Canonical vai tirar proveito dos novos processadores multi-core que estão chegando no mundo móvel e, assim, transformar dispositivosAndroid em verdadeiros PCs capazes de navegar na internet, editar documentos, acessar e-mails, escutar músicas, assistir filmes e enviar SMS ou atender ligações como se estivéssemos usando um smartphone.
O Ubuntu for Android já virá com um pacote básico de programas (Thunderbird, Chrome, VLC Player, Google Docs e outros), mas você poderá instalar qualquer outro arquivo disponível para o sistema desde que haja espaço na memória no celular. Dessa forma, é como se você levasse seu computador para qualquer lugar, no seu bolso, e é justamente essa a proposta da Canonical ao desenvolver o programa. Isso se mostra interessante para empresas que podem se beneficiar desse conceito e cortar custos de equipamentos para funcionários, por exemplo.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Em vídeo, Microsoft faz ataque a Google
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A briga entre duas das maiores empresas de tecnologia do mundo não está perto de acabar. Desta vez, aMicrosoft lançou um vídeo em sua conta no Youtube atacando diretamente oGoogle Apps, serviços para empresas, tentando dizer "o que acontece quando a maior vendedora de anúncios do mundo tenta vender softwares de produtividade".
No vídeo, chamado de "Glooglighting", a Microsoft recria o Google encarnado em uma espécie de vendedor que tenta ofertar seus serviços a uma empresa de software colaborativo em nuvem. Quando questionado sobre a possibilidade de querer que seus clientes se tornem "ratos de laboratório", o homem diz que os considera como "pioneiros".
A Microsoft diz que os serviços da concorrente são populares, mas só são uteis com o auxílio de uma conexão com a internet. Outro ponto abordado pela empresa de Bill Gates é o fato do Google oferecer atualizações constantes, modificando os serviços durante o uso: "Quem sabe o que o futuro nos reserva?", brinca o vídeo.
Basicamente, o Googlighting tenta dizer que os serviços oferecidos pelo Googlenão servem para a sua empresa e que ela precisa realmente do Microsoft Office. E, se a intenção era criar um viral positivo, a empresa errou em algum lugar, já que o vídeo está com 2,8 mil likes e 6,6 mil dislikes.
Não é a primeira vez que as duas empresas batem de frente. Em 2011, o Googledisse que o Office 365 só rodava em dispositivos com Windows. Já o Apps era feito para qualquer dispositivo.
Confira o vídeo abaixo:
Twitter ultrapassa a marca de 500 milhões de usuários
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Apesar de alguns duvidarem da consistência da pesquisa, o microblog tem potencial para chegar a esse número, especialmente se levar em conta que nos últimos anos, a plataforma foi responsável por mudanças na forma de comunicação e distribuição de notícias e informações entre usuários e empresas, além de ser cada vez mais incorporado a estratégias de comunicação de companhias de todos os tamanhos.
Foxconn: TV americana traz novas informações sobre as condições de trabalho na fábrica da Apple
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Após denúncias de que a Foxconn violava leis trabalhistas e a Apple era conivente com a situação, a ABC decidiu investigar o assunto. Nesta terça-feira (21/01), a emissora norte-americana exibiu, durante o programa Nightline, um vídeo que mostra como são feitos os iPhones e iPads na planta chinesa. O apresentador Bill Weir acompanhou, junto da associação trabalhista FLA (Fair Labor Association), todas as etapas da cadeia de produção dos dispositivos da Apple e descobriu algumas informações até então desconhecidas.
De acordo com o vídeo, a maioria dos funcionários são bastante novos, cerca de 18 anos, e montam os aparelhos praticamente a mão. Um iPad, por exemplo, leva cinco dias para ser feito e precisa de cerca de 325 pares de mãos para ser finalizado. Já um iPhone possui 141 etapas no processo de produção e necessita de ainda mais mãos.
A matéria também mostra que os funcionários trabalham em turnos de 12 horas e a maioria deles vive em dormitórios dentro da própria fábrica, onde precisam pagar US$ 17,50 por mês para dividir um quarto com mais sete pessoas. O salário também não é dos melhores: US$ 1,78 por hora, sendo que a cada refeição os funcionários precisam pagar US$ 0,70 por um prato de comida.
Paralelamente à matéria da ABC, o site Apple Insider publicou nesta quarta-feira (22/03) um novo rumor sobre as condições de trabalho da companhia. De acordo com o site, alguns funcionários menores de idade (16 e 17 anos) foram escondidos na fábrica antes da visita da FLA e da ABC. Dois funcionários afirmaram que a Foxconn estava preparada para receber a fiscalização e, portanto, tomou algumas precauções. Além disso, as fontes disseram que alguns funcionários puderam fazer três pausas no trabalho durante a visita da FLA, quando, normalmente, só poderiam descansar uma vez ao dia.
Para piorar a situação da Foxconn, na semana passada, outros rumores, publicados pelo site Motherboard, apontaram que a montadora chinesa "obriga" os estudantes a trabalhar em suas fábricas. Segundo o site, estudantes que arranjam emprego na fábrica deveriam ter moradia, comida e ajuda de custos equivalente à metade do salário de um empregado "efetivo".
Entretanto, a realidade é bem mais obscura. De acordo com a SACOM (Scholars Against Corporate Misbehavior, uma associação acadêmica que critica a Foxconn) o número de 180 mil estagiários é uma mentira criada pela própria fábrica - o quadro real seria próximo de 430 mil ou um terço da mão de obra de 1,3 milhão de empregados da empresa. A história vai além: estagiários da Foxconn devem trabalhar em regime efetivo, mas sem a compensação salarial de um empregado dessa categoria.
Veja a matéria da ABC abaixo.
FBI pode desligar servidores e impedir acesso de milhões à internet no dia 8 de março
| FBI (Reprodução) |
Mozilla anuncia loja de apps, a Mozilla Marketplace
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A Mozilla, responsável pelo navegador Firefox, anunciounesta quarta-feira (22/02) que abrirá sua própria loja de aplicativos. A MozillaMarketplace será apresentada a partir do dia 27 de fevereiro na Mobile World Congress, feira que reunirá novidades do mundo móvel em Barcelona, Espanha.
A Mozilla Marketplace será a primeira loja independente de dispositivos e sistemas a oferecer aplicativos baseados nas tecnologias HTML5, JavaScript e CSS. Em outra tentativa de deixar a web nas mãos dos usuários, os apps poderão ser comprados e rodados em qualquer dispositivo que seja compatível com HTML5.
A Mozilla também abrirá as inscrições para desenvolvedores. Assim, "se você é um desenvolvedor de apps e está interessado em distribuir e monetizar seu aplicativo através de diversos dispositivos e plataformas", deve pensar em enviar sua ideia para o Marketplace. Em breve, a Mozilla disponibilizará os APIs, que foram enviados para padronização na W3C.
A nova loja também terá um sistema diferente de identificação de apps. Agora, os aplicativos serão relacionados à identidade do usuário, e não mais ao aparelho onde eles estão instalados.
Em entrevista para o site BusinessWire, Todd Simpson, diretor de inovação da Mozilla, afirmou: "a web é a maior plataforma do mundo. Estamos permitindo que a web seja o mercado, dando aos desenvolvedores a oportunidade de participar do maior campo de jogo imaginável".
A Mozilla Marketplace estará disponível para o público até o final do ano.