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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
"Brasileiros não trabalham tanto porque vivem em um paraíso", diz presidente da Foxconn
Ações da Apple batem novo recorde e fecham em US$ 516,39
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Empregados da Foxconn imploram a Apple por melhores condições de trabalho
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Trabalhadores de uma das unidades da chinesa Foxconn, que fabrica produtos da Apple, estão supostamente implorando por melhores condições de trabalho. Uma carta que teria sido escrita por dois funcionários da empresa ao SumOfUs, grupo que luta por melhor qualidade de trabalho na companhia, pede assinaturas para que o texto ganhe forças e chegue à Apple.
Os autores, Guo Rui-qiang e Jia Jing-chuan, dizem ter sido envenenados por um produto químico usado nas telas touchscreen: "Recentemente, trabalhamos longas horas na montagem das telas sensíveis ao toque do iPhone, em Suzhou, na China. No começo de 2010, foi confirmado que 137 trabalhadores, incluindo nós dois, foram envenenados por um produto químico chamado N-hexano, que é usado para limpar as telas do iPhone. O N-hexano é conhecido por causar irritação nos olhos, pele e vias respiratórias, levando a danos nos nervos", diz a carta.
Agora, a dupla quer recolher assinaturas para que o caso chegue até os acionistas da Apple. Com a ajuda do SumOfUs, os dois já conseguiram mais de 82 mil nomes na lista. O objetivo é atingir as 100 mil assinaturas.
Segundo a ONG Fair Labor Association, a situação que a Apple está enfrentando é similar à da Nike nos anos 90, quando a fabricante de calçados também foi acusada de manter trabalhadores em péssimas condições de trabalho: "Nós chamamos de 'momento Nike' na indústria", diz, segundo o jornal britânico The Telegraph.
Um assessor da ONG explica que "houve um momento em que a Nike, nos anos 90, recebeu muita publicidade negativa. E eles não eram os que mais maltratavam funcionários. A Apple não é necessariamente a pior nesse quesito, é só a publicidade sendo construída. E é o momento para que a empresa comece a fazer algo a respeito".
Para ler a carta completa, clique aqui.
Rumor: Google vai substituir CEO da Motorola
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De acordo com fontes da agência de notícias Bloomberg, o executivo tomaria conta da unidade da Motorola dentro do Google, assim que os negócios estivessem fechados. Como o governo americano e a Comissão Europeia aprovaram a compra da companhia, Woodside deverá tomar o lugar de Sanjay Jha em breve.
O Google comprou a divisão de aparelhos móveis da Motorola por US$ 12,5 milhões e, segundo analistas, o objetivo é obter as 17 mil patentes da fabricante. Com as inovações, o sistema operacional da empresa (Android) terá mais chances de disputar mercado com outras plataformas.
Crie uma história com GIFs animados em poucos passos
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Chamada de "That's so true" ("É super verdade", em português), a página tem uma seleção de fotos animadas que podem ser usadas na história, mas também dá a possibilidade do usuário subir seu próprio GIF. Você escolhe as fotos, escreve algumas frases e pronto! Em alguns segundos você tem uma história animada para dividir com os internautas do próprio site ou compartilhar no Tumblr ou Twitter.
Em entrevista para o site Mashable, o desenvolvedor da plataforma, Emerson Spartz, disse que escolheu os GIFs por se tratarem de imagens que capturam a emoção do momento através do movimento. "O GIF animado dá vida à história, enquanto só as fotos estáticas ou palavras não dão", concluiu.
Quer testar sua criatividade? Clique aqui e faça sua história.
Bing lança ferramenta que melhora sua busca social
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Por exemplo: se você buscar por um sobrenome de algum amigo seu, o perfil desta pessoa nas redes sociais poderá aparecer para você logo no topo dos resultados de buscas. Além disso, o recurso permite que o usuário diga ao Bing quais páginas são, realmente, de seus amigos.
A ferramenta ainda oferece a possibilidade de linkar resultados de buscas ao seu próprio perfil para que suas páginas estejam associadas a certos termos. As novidades ajudam os usuários a encontrar mais facilmente informações sobre seus amigos, mas também dá à Microsoft a oportunidade de saber mais sobre você e seu círculo de amizade.
Para quem se interessou e quer começar a usar o "Linked Pages", basta fazer o login no site usando sua conta do Facebook. Em seguida, permita que o Bing use suas informações e clique em "link to me" ou "link para mim". Para desassociar um resultado de buscas, basta clicar no botão "unlink me".
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Teste: novos pontos de Wi-Fi oferecerão login pelo cartão SIM
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A Wireless Broadband Alliance (Aliança de Banda Larga sem Fio, em tradução livre)anunciou nesta quinta-feira(23/02) que os testes de novos pontos Wi-Fi, que simplificarão o acesso aos hotspots, já começaram. Nestes locais, a conexão será feita automaticamente, sem a necessidade de usernames ou senhas.
Chamados de "Next Generation Hotspots (NGH)", os pontos serão implantados nos próximos 12 meses. Segundo publicado no BusinessWire, "as operadoras que tiverem seus próprios hotspots terão ajuda para 'descarregar' suas cheias redes de banda larga", com níveis de segurança similares às de redes de celulares, incluindo criptografia de rádio e autenticação pelo cartão SIM.
O objetivo do teste é verificar os requerimentos de funcionalidade e segurança entre as diferentes operadoras, usando diversos equipamentos e dispositivos.
Chris Bruce, presidente da Aliança, diz que "o que faz esses testes tão únicos é que os jogadores-chave da comunidade - tanto os operadores móveis quanto os ecossistemas de wi-fi - estão juntos e se apoiando para esse programa que atinge toda a indústria. O futuro é uma grande experiência de banda larga que opera sobre todos os tipos de tecnologias diferentes".
Os testes com os Next Generation Hotspots continuarão ao longo de 2012.
Falha no iOS permite ver lista de contatos, mesmo com o iPhone bloqueado
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Teclado com botões grandes e amarelos é feito para quem tem dificuldade em digitar
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Pouco retorno: varejistas estão fechando suas lojas no Facebook
| wvcomunicacao.com.br |
Em 2011 diversas lojas resolveram se arriscar em um novo modelo de e-commerce, o f-commerce. Varejistas do mundo inteiro estabeleceram sua marca no Facebook pela primeira vez no ano passado. No entanto, segundo um relatório publicado pelaBloomberg, muitas destas lojas virtuais na rede social já estão fechando.
De acordo com a publicação, a GAP e outras lojas de roupas norte-americanas fecharam suas "portas" no Facebook, minando as expectativas de que a rede social se tornaria umas das principais geradoras de renda para os varejistas durante a próxima década.
A VP de marketing da GameStop, uma das varejistas que fechou a sua loja virtual, disse que não estava obtendo o retorno do investimento, por isso decidiu acabar com o f-commerce rapidinho. "Para nós foi um espaço onde nos comunicamos com os clientes, mas não foi um lugar para vendas", afirmou a VP Ashley Sheet, que permaneceu com o canal aberto por apenas seis meses.
Segundo um analista da Forrester Research, Sucharita Mulpuru, houve muita expectativa de que o Facebook se tornaria um novo local de compras. Mas, o que ninguém pensou é que vender algo ali seria como tentar vender produtos para as pessoas enquanto elas estivessem no bar, conversando com seus amigos. Ou seja, o Facebook é um espaço de socialização e não de compras.
Apesar disso, Mulpuru não acredita que o f-commerce acabará. Mesmo que algumas lojas não tenham obtido retorno e o Facebook ainda seja uma rede mais social do que comercial, ainda não há provas de que o site não tenha potencial para se tornar um bom canal de vendas. O analista sugere que os varejistas podem não ter aproveitado o poder das plataformas da forma correta.
A maioria das marcas criou suas lojas na rede social importando seus catálogos para o Facebook. No entanto, a experiência de compra é exatamente igual à das lojas virtuais da empresa, porém, com um ponto negativo: os aplicativos na rede são muito mais lentos do que o próprio site da marca. Isso significa que o f-commerce ainda não trouxe diferenciais e, portanto, tem poucas chances de sucesso.
Outro problema apontado pelo analista é que as empresas têm oferecido pouca quantidade de produtos. Normalmente, as lojas exibem promoções de um ou dois itens por um curto período e isto não tem chamado atenção do público. Com isso, muitas empresas têm perdido dinheiro, pois o desenvolvimento de aplicativos de compras para o Facebook é caro e sua manutenção também.
Mulpuru diz que ainda é muito cedo para lamentar o desaparecimento do f-commerce, mas o fato é que os varejistas deverão inventar novas maneiras de gerar receita através da rede social se quiserem obter sucesso nessa empreitada.
Quer deixar sua opinião? Conte nos comentários abaixo se você já comprou algo no Facebook e como foi sua experiência. E para saber mais sobre o f-commerce, leia aqui uma matéria sobre o assunto.
Mais segurança: aplicativo gratuito criptografa arquivos armazenados no Dropbox
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Pensando nisso, a desenvolvedora de aplicativos AppSense criou o DataLocker, uma suite de aplicativos para iOS, Windows e MacOS, que criptografa todo o material disponibilizado no DropBox de graça, mas ao mesmo tempo mantendo a sincronização entre diversas plataformas. O funcionamento é bem simples: basta instalar a suite em um desktop ou smartphone e "linkar" a conta de usuários no DropBox. A partir daí, é possível tanto navegar pela lista de arquivos já hospedados na nuvem e assinalar a criptografia de proteção deles, como também é possível fazer upload pelo próprio DataLocker, protegendo os arquivos automaticamente.
O DataLocker é o primeiro produto da "AppSense Labs", o braço da empresa destinado ao desenvolvimento de soluções que facilitem o cotidiano pessoal e corporativo, nas áreas mobile, cloud computing e proteção de dados. Entretanto, o DataLocker não dá suporte ao Microsoft Skydrive nem ao Apple iCloud.
Para fazer o download, é necessário preencher um formulário. Clique aqui para acessar a página do produto (em inglês).
Google, Apple e Microsoft chegam a acordo para privacidade em aplicativos
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Apple VS. Proview: uma briga que parece estar longe de acabar
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Segundo informações doCNET, o Hejun Vanguarding Group, uma empresa de consultoria econômica que está trabalhando com credores para reestruturar a Proview (a companhia declarou falência em agosto de 2010), estaria procurando escritórios de advocacia corporativa para abrir processos de violação de marca contra a Apple em diversos países, incluindo os Estados Unidos.
A Apple ainda não comentou o assunto, mas o CNET diz que a Proview vai pedir US$ 2 bilhões à empresa de Cupertino, como montante pela suposta violação.
Entenda a briga
A Apple possui três lojas próprias (Apple Stores) em território chinês. Obviamente, tais lojas vendem o iPad. Mas, no caso da China, já havia uma marca "Ipad" registrada em nome da fabricante Proview - inclusive com um produto lançado. Desnecessário dizer que a Proview abriu ação alegando violação de marca registrada.
A Apple se defendeu dizendo que comprou os direitos mundiais de uso do nome "iPad" - incluindo qualquer alteração em sua grafia -, e a Proview respondeu que este nome era responsabilidade de seu setor tecnológico, baseado em Taiwan, e que a Apple teria negociado apenas os direitos para aquele país.
O juiz Hon Poon, porém, decidiu em favor da Apple, dizendo que, independentemente de qual seja o país-sede de um ramo de uma empresa, todos os setores estão abarcados dentro do nome "Proview", então uma negociação bem sucedida com um escritório valeria por todos.
No próprio CNET, há citações de funcionários do setor judiciário e alfandegário - estes últimos dizem que banir o iPad na China é algo pouco provável.
O que você entende por isso tudo? A Apple teria violado um direito da Proview? Ou seria a empresa chinesa mais uma a tentar levar vantagem nessa constante onda de processos por marcas? Conte-nos a sua opinião nos comentários abaixo.
HP anuncia: vai lançar computadores com Windows 8 até o fim de 2012
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Adobe divulga planos para o futuro do Flash
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Rumor: Google deve oferecer serviço de TV por assinatura
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Windows 8 terá suporte para 109 idiomas, associados a cada usuário de forma independente
| Windows 8 (Divulgação) |
Atualmente, o Windows 7 está disponível em 95 línguas diferentes. Na próxima versão do sistema operacional, 14 novos idiomas serão suportados, cobrindo, assim, cerca de 4,5 bilhões de pessoas em todo o mundo.
Impeça o Google de rastrear seus passos na web!
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Chamado "Do Not Track Plus", o complemento, compatível com Mozilla Firefox,Internet Explorer, Google Chrome e Apple Safari, fecha a brecha citada, impedindo que o Google force o ícone "+1" em literalmente tudo o que você faz pela internet. O add-on também barra propagandas indesejadas, mesmo aquelas em formato de pop-up ou de intervenção de home page.
O funcionamento é simples. Após a instalação do complemento em seu navegador de preferência, um ícone correspondente a ele será constantemente exibido no canto superior direito da tela. Cada vez que algum site tentar capturar seus dados, o envio será barrado e o usuário, notificado.
Mais: ao clicar no ícone dentro do seu navegador, o "Do Not Track Plus" exibirá uma lista de sites que estão tentando enviar suas ações de navegação e, sobretudo, para quais empresas estes dados seriam enviados. Mas o bloqueio não é total e irrevogável: se você quiser de fato usar o "+1" do Google, por exemplo, será necessária uma confirmação dentro do plugin para que ele entenda o recurso como algo permitido pelo usuário.
Você pode ver mais informações, além de baixar o add-on, aqui.
Participação do iPad no mercado de tablets está em queda
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O iPad, que já representou 90% do mercado de tablets, fechará o ano de 2012 com 62% da fatia de participação no setor. Apesar das vendas em números absolutos continuarem aumentando, o índice não deixa de ser um alerta para a empresa.
Os números são daTrendForce e mostram que, desde 2010, a participação doiPad está caindo. Naquele ano, o produto detinha 90% da fatia do mercado. A queda é motivada pela onda de dispositivos com o sistema Android.
Porém, segundo o CNet, as vendas do iPad continuam crescendo. Em 2012, 59 milhões de unidades serão vendidas. Um número expressivo, se compararmos aos 40 milhões de 2011 e aos 14 milhões de 2010.
O iPad 3, que já é esperado pelos fãs, poderá ter uma melhora em sua resolução, o que pode ajuda a Apple a recuperar pontos no mercado. Mas a TrendForce questiona se haverá demanda o suficiente para acompanhar a oferta.
Curiosidade: como a Wikipedia se mantém no ar?
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A maioria de nós conhece a Wikipedia, a enciclopédia colaborativa online. A cada segundo, os servidores da enciclopédia virtual recebem entre 25 mil e 60 mil visitas, dependendo da hora do dia. E você já tentou imaginar o tamanho da estrutura para manter essa gigante no ar?
Atualmente, há quase 700 servidores e 100 funcionários à disposição da Wikipedia. Porém, o site conta com a ajuda de cerca de 100 mil editores regulares, que mantêm os textos em ordem. Mas, mesmo estando estre os 5 sites mais acessados do mundo, o grande problema aqui parece ser o dinheiro para bancar tudo isso, mês a mês.
Todos os anos, a equipe apela para a colaboração dos internautas. Uma campanha criada em 2011 por Jimmy Wales, presidente da Wikimedia, visava arrecadar US$16 milhões (cerca de R$27 milhões) para que o site continuasse com seu trabalho. Nessa ocasião, a Wikipedia conseguiu a maior arrecadação de sua história: foram US$20 milhões (cerca de R$34 milhões), reunidos graças a mais de 500 mil doações.
O dinheiro é usado para financiar custos operacionais e de infraestrutura, como funcionários e servidores, banda larga e hospedagem na internet, além de outros projetos da Wikimedia Foundation.
Para gerenciar e garantir que todos os serviços estão no ar, a fundação conta com um "segredo": o software chamado WatchMouse. Trata-se de um serviço de monitoramento de experiências da NimSoft, usado por outras grandes empresas como Amazon e Google Apps. O software representou uma enorme mudança na Wikimedia. O programa rastreia e monitora a situação e tempo de resposta dos sites, dando uma visão global das ferramentas, segundo o site ZDNet.
Basicamente, a diferença está aqui: antigamente, a Wikimedia contava com a comunidade de usuários para que problemas fossem relatados e consertados. Porém, isso demorava um tempo até ser feito. Agora, a fundação consegue saber dos problemas antes que eles causem algum impacto aos usuários.
A Wikimedia lançou até mesmo uma página que dá informações em tempo real sobre o status, performance e disponibilidade de seus sites na internet. Para conferir, clique aqui.
Ubuntu para Android: seu smartphone transformado em um verdadeiro computador
| Ubuntu for Android (Divulgação |
O projeto é um dos mais interessantes envolvendo celulares inteligentes e a plataforma Android. A Canonical vai tirar proveito dos novos processadores multi-core que estão chegando no mundo móvel e, assim, transformar dispositivosAndroid em verdadeiros PCs capazes de navegar na internet, editar documentos, acessar e-mails, escutar músicas, assistir filmes e enviar SMS ou atender ligações como se estivéssemos usando um smartphone.
O Ubuntu for Android já virá com um pacote básico de programas (Thunderbird, Chrome, VLC Player, Google Docs e outros), mas você poderá instalar qualquer outro arquivo disponível para o sistema desde que haja espaço na memória no celular. Dessa forma, é como se você levasse seu computador para qualquer lugar, no seu bolso, e é justamente essa a proposta da Canonical ao desenvolver o programa. Isso se mostra interessante para empresas que podem se beneficiar desse conceito e cortar custos de equipamentos para funcionários, por exemplo.