twitcam

campus party 2016

windows 10

4G

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Pouco retorno: varejistas estão fechando suas lojas no Facebook


wvcomunicacao.com.br
F-commerce

Em 2011 diversas lojas resolveram se arriscar em um novo modelo de e-commerce, o f-commerce. Varejistas do mundo inteiro estabeleceram sua marca no Facebook pela primeira vez no ano passado. No entanto, segundo um relatório publicado pelaBloomberg, muitas destas lojas virtuais na rede social já estão fechando.

De acordo com a publicação, a GAP e outras lojas de roupas norte-americanas fecharam suas "portas" no Facebook, minando as expectativas de que a rede social se tornaria umas das principais geradoras de renda para os varejistas durante a próxima década.

A VP de marketing da GameStop, uma das varejistas que fechou a sua loja virtual, disse que não estava obtendo o retorno do investimento, por isso decidiu acabar com o f-commerce rapidinho. "Para nós foi um espaço onde nos comunicamos com os clientes, mas não foi um lugar para vendas", afirmou a VP Ashley Sheet, que permaneceu com o canal aberto por apenas seis meses.

Segundo um analista da Forrester Research, Sucharita Mulpuru, houve muita expectativa de que o Facebook se tornaria um novo local de compras. Mas, o que ninguém pensou é que vender algo ali seria como tentar vender produtos para as pessoas enquanto elas estivessem no bar, conversando com seus amigos. Ou seja, o Facebook é um espaço de socialização e não de compras.

Apesar disso, Mulpuru não acredita que o f-commerce acabará. Mesmo que algumas lojas não tenham obtido retorno e o Facebook ainda seja uma rede mais social do que comercial, ainda não há provas de que o site não tenha potencial para se tornar um bom canal de vendas. O analista sugere que os varejistas podem não ter aproveitado o poder das plataformas da forma correta.

A maioria das marcas criou suas lojas na rede social importando seus catálogos para o Facebook. No entanto, a experiência de compra é exatamente igual à das lojas virtuais da empresa, porém, com um ponto negativo: os aplicativos na rede são muito mais lentos do que o próprio site da marca. Isso significa que o f-commerce ainda não trouxe diferenciais e, portanto, tem poucas chances de sucesso.

Outro problema apontado pelo analista é que as empresas têm oferecido pouca quantidade de produtos. Normalmente, as lojas exibem promoções de um ou dois itens por um curto período e isto não tem chamado atenção do público. Com isso, muitas empresas têm perdido dinheiro, pois o desenvolvimento de aplicativos de compras para o Facebook é caro e sua manutenção também.

Mulpuru diz que ainda é muito cedo para lamentar o desaparecimento do f-commerce, mas o fato é que os varejistas deverão inventar novas maneiras de gerar receita através da rede social se quiserem obter sucesso nessa empreitada.

Quer deixar sua opinião? Conte nos comentários abaixo se você já comprou algo no Facebook e como foi sua experiência. E para saber mais sobre o f-commerce, leia aqui uma matéria sobre o assunto.

Mais segurança: aplicativo gratuito criptografa arquivos armazenados no Dropbox


Reprodução
Dropbox
Preocupado com seus arquivos no DropBox? Compreensível. Uma vez que estamos falando de um gerenciamento de uma nuvem com uma quantidade imensa de dados, deve-se levar em consideração que seus arquivos estão gravados no mesmo lugar que os arquivos de muita gente - empresas e pessoas.

Pensando nisso, a desenvolvedora de aplicativos AppSense criou o DataLocker, uma suite de aplicativos para iOS, Windows e MacOS, que criptografa todo o material disponibilizado no DropBox de graça, mas ao mesmo tempo mantendo a sincronização entre diversas plataformas. O funcionamento é bem simples: basta instalar a suite em um desktop ou smartphone e "linkar" a conta de usuários no DropBox. A partir daí, é possível tanto navegar pela lista de arquivos já hospedados na nuvem e assinalar a criptografia de proteção deles, como também é possível fazer upload pelo próprio DataLocker, protegendo os arquivos automaticamente.

Reprodução

O DataLocker é o primeiro produto da "AppSense Labs", o braço da empresa destinado ao desenvolvimento de soluções que facilitem o cotidiano pessoal e corporativo, nas áreas mobile, cloud computing e proteção de dados. Entretanto, o DataLocker não dá suporte ao Microsoft Skydrive nem ao Apple iCloud.

Para fazer o download, é necessário preencher um formulário. Clique aqui para acessar a página do produto (em inglês).

Google, Apple e Microsoft chegam a acordo para privacidade em aplicativos


Reprodução
Privacidade na web
Apple, Google, Amazon, HP, RIM e Microsoft aceitaram um acordo para aumentar aprivacidade de usuários em aplicativos móveis, de acordo com um comunicado divulgado pelo advogado Kamala Harris, da Califórnia. Ele trabalhará junto com as empresas para garantir que os aplicativos vendidos pelas empresas estejam de acordo com a legislação local.
De acordo com as leis da Califórnia, aplicativos que coletem informações pessoais devem ter um termo de uso que destaque o que e como aqueles dados serão usados. Dessa forma, o acordo garante que desenvolvedores não consigam mais coletar dados sem avisar, em uma tentativa de diminuir o vazamento de informações pessoais.
O acordo foi firmado na Califórnia e seguirá as legislações locais, mas isso não significa que as mudanças não sejam válidas para outros países. Como as lojas de aplicativos são acessadas de qualquer parte do mundo, as alterações feitas para atender as exigências locais também valerão para outras localidades.
Agora, antes de instalar um aplicativo no smartphone, o usuário receberá uma notificação dos termos de uso esclarecendo quais dados serão coletados e usados. Caso ele não esteja de acordo com isso, poderá cancelar a instalação.
Desenvolvedores que não especificarem o uso de informações serão processados de acordo com a legislação da Califórnia. Segundo as leis do estado norte-americano, qualquer site ou aplicativo que quiser coletar dados pessoais de usuários precisa deixar isso claro na política de uso.

Apple VS. Proview: uma briga que parece estar longe de acabar


Reprodução
iPad
A corte chinesa favoreceu a Apple em sua decisão de manter o iPad nas lojas instaladas dentro da Grande Muralha, mas quem moveu a ação, a empresa chinesa Proview, pode estar se articulando para continuar um ataque.

Segundo informações doCNET, o Hejun Vanguarding Group, uma empresa de consultoria econômica que está trabalhando com credores para reestruturar a Proview (a companhia declarou falência em agosto de 2010), estaria procurando escritórios de advocacia corporativa para abrir processos de violação de marca contra a Apple em diversos países, incluindo os Estados Unidos.

A Apple ainda não comentou o assunto, mas o CNET diz que a Proview vai pedir US$ 2 bilhões à empresa de Cupertino, como montante pela suposta violação.

Entenda a briga

A Apple possui três lojas próprias (Apple Stores) em território chinês. Obviamente, tais lojas vendem o iPad. Mas, no caso da China, já havia uma marca "Ipad" registrada em nome da fabricante Proview - inclusive com um produto lançado. Desnecessário dizer que a Proview abriu ação alegando violação de marca registrada.

A Apple se defendeu dizendo que comprou os direitos mundiais de uso do nome "iPad" - incluindo qualquer alteração em sua grafia -, e a Proview respondeu que este nome era responsabilidade de seu setor tecnológico, baseado em Taiwan, e que a Apple teria negociado apenas os direitos para aquele país.

O juiz Hon Poon, porém, decidiu em favor da Apple, dizendo que, independentemente de qual seja o país-sede de um ramo de uma empresa, todos os setores estão abarcados dentro do nome "Proview", então uma negociação bem sucedida com um escritório valeria por todos.

No próprio CNET, há citações de funcionários do setor judiciário e alfandegário - estes últimos dizem que banir o iPad na China é algo pouco provável.

O que você entende por isso tudo? A Apple teria violado um direito da Proview? Ou seria a empresa chinesa mais uma a tentar levar vantagem nessa constante onda de processos por marcas? Conte-nos a sua opinião nos comentários abaixo.

HP anuncia: vai lançar computadores com Windows 8 até o fim de 2012


Reprodução
HP
A HP vai lançar computadores com Windows 8 até o fim do ano. De acordo com a CEO da empresa, Meg Whitman, a empresa "estará bem posicionada com o Windows 8x86 durante as festas de fim de ano", confirmando que a principal fabricante de PCs do mundo pretende lançar máquinas com processadores x86 com o novo sistema da Microsoft ainda em 2012.
Whitman destacou a dependência das fabricantes de PC ao sistema da Microsoft, dizendo que quanto melhor for o Windows 8, melhores serão as vendas das empresas, de acordo com o The Verge.
O Windows 8 ainda não tem uma data exata para lançamento, mas a expectativa é que ele chegue ao mercado entre setembro e outubro, quando o lançamento do Windows 7 completará 3 anos. A HP conta com esse lançamento e pretende ter uma linha de produtos com Windows 8 já a partir de novembro nos Estados Unidos.
A executiva confirmou apenas o lançamento de máquinas do sistema x86, e não divulgou planos para possíveis dispositivos da HP com chips ARM com Windows 8.

Adobe divulga planos para o futuro do Flash


Reprodução
Flash
A Adobe não vai desistir doFlash e divulgou seus planos para os próximos anos da plataforma: mais lançamentos, novos recursos, melhor desempenho e o fim do suporte a navegadores móveis, segundo oArstechnica.
A empresa acredita que dois mercados vão resistir ao avanço do HTML5 e permitirão a sobrevivência do Flash. Um deles é o de desenvolvimento e jogos. O outro é o de serviços premium de vídeos - ou seja, aqueles que precisam de arquivos criptografados. Para continuar atendendo a esses mercados, a empresa pretende se dedicar a pesquisas para tornar o Flash mais rápido e eficiente.
Para este ano, a Adobe pretende lançar versões do Flash com melhor suporte ao mouse, melhor aceleração de hardware e mudanças no suporte ao teclado, entre outras modificações. Ao todo serão três novas versões: a 11.2, que sai ainda neste trimestre; uma chamada "Cyril", que sai até o meio do ano; e uma chamada "Dolores", prevista para o segundo semestre.
A partir de 2013, a Adobe pretende fazer do Flash uma plataforma mais próxima das necessidades que os desenvolvedores terão ao longo dos próximos cinco a dez anos. Isso deve incluir alterações na linguagem de programação usada para o desenvolvimento de aplicativos Flash.
Um desafio para o futuro do Flash é o Windows 8. A Adobe afirma que está trabalhando com a Microsoft para finalizar os detalhes do Flash Player do novo sistema operacional, mas a Microsoft afirmou que a versão do Internet Explorer para a interface Metro, voltada para tablets, não terá suporte à plataforma. Assim, o Flash só deve existir no Windows 8 em sistemas x86 e x64 - os dispositivos com processador ARM não terão suporte a ele.

Rumor: Google deve oferecer serviço de TV por assinatura



Divulgação
Google TV
O Google está se preparando para entrar no mercado de TV paga. De acordo com o Wall Street Journal, a empresa entrou com um pedido na semana passada para oferecer serviços de video para residências em Kansas City, nos Estados Unidos.
Caso o pedido seja aprovado, em cerca de um mês o Googlepode lançar o serviço, que deve ter pacotes de vídeo sob demanda e programação de TV ao vivo. A empresa já estaria planejando expandir o serviço para outras áreas com fibra ótica e pretenderia aumentar a receita com uma base de assinantes de TV.
Kansas City já serve como laboratório para outro serviço do Google. Em março de 2011, a empresa escolheu a cidade para testar um serviço de internet ultrarrápida que deve começar a funcionar no meio do ano. A TV paga da empresa pode ter relação com a internet e o Google pode usar a rede de fibra ótica para entregar conteúdo com rapidez para os assinantes.
Essa não é a primeira história envolvendo um possível serviço de TV por assinatura do Google. Em novembro de 2011 surgiram boatos de que a empresa estava conversando com algumas produtoras para fornecer conteúdo delas para assinantes.

Windows 8 terá suporte para 109 idiomas, associados a cada usuário de forma independente


Windows 8 (Divulgação)
Windows 8
O lançamento do Windows 8está cada vez mais perto, e a Microsoft segue com várias novidades comentadas no blogBuild Windows 8. A mais recente delas é a de que, segundo Ian Hamilton, gerente da divisão internacional do Windows, o novo sistema operacional terá sua interface traduzida para 109 idiomas.
"Com o Windows 8, mudamos a forma de pensar sobre as línguas: de uma 'característica de mercado local', passamos para o conceito de 'recurso para todos em qualquer lugar'. Dessa forma, desenvolvemos uma plataforma onde os usuários serão capazes de trabalhar no idioma que quiserem, a partir de qualquer computador com o novo Win 8. Se o idioma desejado não estiver pré-instalado no PC que você mais gostou, agora será possível instalar/adicionar [o idioma] que quiser", declarou Hamilton.

Reprodução

Atualmente, o Windows 7 está disponível em 95 línguas diferentes. Na próxima versão do sistema operacional, 14 novos idiomas serão suportados, cobrindo, assim, cerca de 4,5 bilhões de pessoas em todo o mundo.
Na nova seção de preferências de idioma no Painel de Controle, os usuários não terão mais o trabalho de aguardar as atualizações de linguagem através doWindows Update ou do Microsoft Download Center. Basta acessar o painel no computador e escolher a língua desejada. Se preferir, o usuário também pode definir idiomas diferentes para contas diferentes em um computador ou tablet comWindows 8.
Uma das novidades mais aguardadas é que finalmente o Windows 8 terá suporte para o inglês do Reino Unido. A Microsoft admitiu que a inclusão do idioma deveria ter sido feita há muito mais tempo, e acredita que usuários da Índia, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Irlanda e outros lugares também optarão pela nova língua.
A versão final do Windows 8 deve ser lançada até o final do ano. Enquanto isso, o Windows 8 Beta, mais conhecido como Consumer Preview, está marcado para sair no próximo dia 29, durante a Mobile World Congress 2012 (MWC), em Barcelona (Espanha).

Impeça o Google de rastrear seus passos na web!


Reprodução
Google
Preocupado com o Googlevendo cada passo seu, por mais que você use "AdBlocks" e serviços que supostamente fecham o rastreamento? Muita gente se incomodou com a gigante da internet usando uma brecha de segurança no Safari e no Internet Explorer para forçar o rastreamento de conteúdo do usuário online. Mas um complemento de navegador criado pela empresa Abine, de Boston, promete acabar com isso.

Chamado "Do Not Track Plus", o complemento, compatível com Mozilla Firefox,Internet Explorer, Google Chrome e Apple Safari, fecha a brecha citada, impedindo que o Google force o ícone "+1" em literalmente tudo o que você faz pela internet. O add-on também barra propagandas indesejadas, mesmo aquelas em formato de pop-up ou de intervenção de home page.

O funcionamento é simples. Após a instalação do complemento em seu navegador de preferência, um ícone correspondente a ele será constantemente exibido no canto superior direito da tela. Cada vez que algum site tentar capturar seus dados, o envio será barrado e o usuário, notificado.

Mais: ao clicar no ícone dentro do seu navegador, o "Do Not Track Plus" exibirá uma lista de sites que estão tentando enviar suas ações de navegação e, sobretudo, para quais empresas estes dados seriam enviados. Mas o bloqueio não é total e irrevogável: se você quiser de fato usar o "+1" do Google, por exemplo, será necessária uma confirmação dentro do plugin para que ele entenda o recurso como algo permitido pelo usuário.

Você pode ver mais informações, além de baixar o add-on, aqui.

Participação do iPad no mercado de tablets está em queda


Reprodução
iPad

O iPad, que já representou 90% do mercado de tablets, fechará o ano de 2012 com 62% da fatia de participação no setor. Apesar das vendas em números absolutos continuarem aumentando, o índice não deixa de ser um alerta para a empresa.

Os números são daTrendForce e mostram que, desde 2010, a participação doiPad está caindo. Naquele ano, o produto detinha 90% da fatia do mercado. A queda é motivada pela onda de dispositivos com o sistema Android.

Porém, segundo o CNet, as vendas do iPad continuam crescendo. Em 2012, 59 milhões de unidades serão vendidas. Um número expressivo, se compararmos aos 40 milhões de 2011 e aos 14 milhões de 2010.

Reprodução

O iPad 3, que já é esperado pelos fãs, poderá ter uma melhora em sua resolução, o que pode ajuda a Apple a recuperar pontos no mercado. Mas a TrendForce questiona se haverá demanda o suficiente para acompanhar a oferta.

Curiosidade: como a Wikipedia se mantém no ar?


Reprodução
Wikipedia


A maioria de nós conhece a Wikipedia, a enciclopédia colaborativa online. A cada segundo, os servidores da enciclopédia virtual recebem entre 25 mil e 60 mil visitas, dependendo da hora do dia. E você já tentou imaginar o tamanho da estrutura para manter essa gigante no ar?

Atualmente, há quase 700 servidores e 100 funcionários à disposição da Wikipedia. Porém, o site conta com a ajuda de cerca de 100 mil editores regulares, que mantêm os textos em ordem. Mas, mesmo estando estre os 5 sites mais acessados do mundo, o grande problema aqui parece ser o dinheiro para bancar tudo isso, mês a mês.

Todos os anos, a equipe apela para a colaboração dos internautas. Uma campanha criada em 2011 por Jimmy Wales, presidente da Wikimedia, visava arrecadar US$16 milhões (cerca de R$27 milhões) para que o site continuasse com seu trabalho. Nessa ocasião, a Wikipedia conseguiu a maior arrecadação de sua história: foram US$20 milhões (cerca de R$34 milhões), reunidos graças a mais de 500 mil doações.

O dinheiro é usado para financiar custos operacionais e de infraestrutura, como funcionários e servidores, banda larga e hospedagem na internet, além de outros projetos da Wikimedia Foundation.

Para gerenciar e garantir que todos os serviços estão no ar, a fundação conta com um "segredo": o software chamado WatchMouse. Trata-se de um serviço de monitoramento de experiências da NimSoft, usado por outras grandes empresas como Amazon e Google Apps. O software representou uma enorme mudança na Wikimedia. O programa rastreia e monitora a situação e tempo de resposta dos sites, dando uma visão global das ferramentas, segundo o site ZDNet.

Basicamente, a diferença está aqui: antigamente, a Wikimedia contava com a comunidade de usuários para que problemas fossem relatados e consertados. Porém, isso demorava um tempo até ser feito. Agora, a fundação consegue saber dos problemas antes que eles causem algum impacto aos usuários.

A Wikimedia lançou até mesmo uma página que dá informações em tempo real sobre o status, performance e disponibilidade de seus sites na internet. Para conferir, clique aqui.

Ubuntu para Android: seu smartphone transformado em um verdadeiro computador


Ubuntu for Android (Divulgação
Ubuntu for Android
Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, confirmou nesta quarta-feira (22/02) em seu blog que vai lançar o Ubuntu for Android, uma versão do sistema operacional que permite conectar seu smartphone a um dock especial com saída USB e HDMI, além de um monitor. Assim, será possível utilizar o seu dispositivoAndroid como se fosse um desktop. Difícil entender? Então, assista ao vídeo abaixo.



O projeto é um dos mais interessantes envolvendo celulares inteligentes e a plataforma Android. A Canonical vai tirar proveito dos novos processadores multi-core que estão chegando no mundo móvel e, assim, transformar dispositivosAndroid em verdadeiros PCs capazes de navegar na internet, editar documentos, acessar e-mails, escutar músicas, assistir filmes e enviar SMS ou atender ligações como se estivéssemos usando um smartphone.

O Ubuntu for Android já virá com um pacote básico de programas (Thunderbird, Chrome, VLC Player, Google Docs e outros), mas você poderá instalar qualquer outro arquivo disponível para o sistema desde que haja espaço na memória no celular. Dessa forma, é como se você levasse seu computador para qualquer lugar, no seu bolso, e é justamente essa a proposta da Canonical ao desenvolver o programa. Isso se mostra interessante para empresas que podem se beneficiar desse conceito e cortar custos de equipamentos para funcionários, por exemplo.
Entre outras funções citadas no site do Ubuntu, você poderá também acessar ou editar o caléndário ou sua agenda de contatos, além de verificar seus perfis no Facebook, Twitter e outras redes sociais.
Para ser executado, o Ubuntu for Android vai exigir um smartphone com processador dual-core de 1GHz, 512MB de memória RAM, 2GB de armazenamento livre, saída HDMI e aceleração de vídeo. Na teoria, qualquer aparelho top de linha lançado em 2011 já se encaixa nesses requisitos.
A nova plataforma da Canonical ainda não está disponível para o público em geral. Mas vale lembrar que a empresa fará uma demonstração das novas ferramentas na Mobile World Congress 2012 (MWC), que começa na semana que vem, em Barcelona (Espanha).

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Em vídeo, Microsoft faz ataque a Google


Reprodução
Googlighting, da Microsoft

A briga entre duas das maiores empresas de tecnologia do mundo não está perto de acabar. Desta vez, aMicrosoft lançou um vídeo em sua conta no Youtube atacando diretamente oGoogle Apps, serviços para empresas, tentando dizer "o que acontece quando a maior vendedora de anúncios do mundo tenta vender softwares de produtividade".

No vídeo, chamado de "Glooglighting", a Microsoft recria o Google encarnado em uma espécie de vendedor que tenta ofertar seus serviços a uma empresa de software colaborativo em nuvem. Quando questionado sobre a possibilidade de querer que seus clientes se tornem "ratos de laboratório", o homem diz que os considera como "pioneiros".

A Microsoft diz que os serviços da concorrente são populares, mas só são uteis com o auxílio de uma conexão com a internet. Outro ponto abordado pela empresa de Bill Gates é o fato do Google oferecer atualizações constantes, modificando os serviços durante o uso: "Quem sabe o que o futuro nos reserva?", brinca o vídeo.

Basicamente, o Googlighting tenta dizer que os serviços oferecidos pelo Googlenão servem para a sua empresa e que ela precisa realmente do Microsoft Office. E, se a intenção era criar um viral positivo, a empresa errou em algum lugar, já que o vídeo está com 2,8 mil likes e 6,6 mil dislikes.

Não é a primeira vez que as duas empresas batem de frente. Em 2011, o Googledisse que o Office 365 só rodava em dispositivos com Windows. Já o Apps era feito para qualquer dispositivo.

Confira o vídeo abaixo:


Twitter ultrapassa a marca de 500 milhões de usuários


Reprodução
Twitter
Na tarde desta quarta-feira (22/02), o Twitter atingiu a marca de 500 milhões de usuários, segundo um gráficodo Twopcharts, site que mede dados de uso da rede social (mas que não pertence ao microblog). Só nas últimas 24 horas, estima-se que 922 mil pessoas se cadastraram no serviço, com 13 novos membros a cada segundo.
De acordo com o Mashable, os dados foram comprovados por estatísticas baseadas em informações de crescimento do ano passado, que apontavam que o marco dos 500 milhões seria alcançado no mês de fevereiro. Vale lembrar que a informação, até agora, não foi confirmada oficialmente pelo Twitter, mas já está sendo repercutida por vários blogs e sites dedicados a monitorar as redes sociais.

Reprodução

Apesar de alguns duvidarem da consistência da pesquisa, o microblog tem potencial para chegar a esse número, especialmente se levar em conta que nos últimos anos, a plataforma foi responsável por mudanças na forma de comunicação e distribuição de notícias e informações entre usuários e empresas, além de ser cada vez mais incorporado a estratégias de comunicação de companhias de todos os tamanhos.
No entanto, afirma o Twopcharts, dos 500 milhões atingidos pelo Twitter, só 100 milhões utilizam o site mensalmente, sendo que apenas metade desses números acessa seus perfis diariamente. As inscrições triplicaram em outubro de 2011 com o lançamento do serviço no sistema operacional iOS, elevando o número de tuítes ativos por dia para mais de 250 milhões.

Foxconn: TV americana traz novas informações sobre as condições de trabalho na fábrica da Apple


Reprodução
Foxconn

Após denúncias de que a Foxconn violava leis trabalhistas e a Apple era conivente com a situação, a ABC decidiu investigar o assunto. Nesta terça-feira (21/01), a emissora norte-americana exibiu, durante o programa Nightline, um vídeo que mostra como são feitos os iPhones e iPads na planta chinesa. O apresentador Bill Weir acompanhou, junto da associação trabalhista FLA (Fair Labor Association), todas as etapas da cadeia de produção dos dispositivos da Apple e descobriu algumas informações até então desconhecidas.

De acordo com o vídeo, a maioria dos funcionários são bastante novos, cerca de 18 anos, e montam os aparelhos praticamente a mão. Um iPad, por exemplo, leva cinco dias para ser feito e precisa de cerca de 325 pares de mãos para ser finalizado. Já um iPhone possui 141 etapas no processo de produção e necessita de ainda mais mãos.

A matéria também mostra que os funcionários trabalham em turnos de 12 horas e a maioria deles vive em dormitórios dentro da própria fábrica, onde precisam pagar US$ 17,50 por mês para dividir um quarto com mais sete pessoas. O salário também não é dos melhores: US$ 1,78 por hora, sendo que a cada refeição os funcionários precisam pagar US$ 0,70 por um prato de comida.

Paralelamente à matéria da ABC, o site Apple Insider publicou nesta quarta-feira (22/03) um novo rumor sobre as condições de trabalho da companhia. De acordo com o site, alguns funcionários menores de idade (16 e 17 anos) foram escondidos na fábrica antes da visita da FLA e da ABC. Dois funcionários afirmaram que a Foxconn estava preparada para receber a fiscalização e, portanto, tomou algumas precauções. Além disso, as fontes disseram que alguns funcionários puderam fazer três pausas no trabalho durante a visita da FLA, quando, normalmente, só poderiam descansar uma vez ao dia.

Para piorar a situação da Foxconn, na semana passada, outros rumores, publicados pelo site Motherboard, apontaram que a montadora chinesa "obriga" os estudantes a trabalhar em suas fábricas. Segundo o site, estudantes que arranjam emprego na fábrica deveriam ter moradia, comida e ajuda de custos equivalente à metade do salário de um empregado "efetivo".

Entretanto, a realidade é bem mais obscura. De acordo com a SACOM (Scholars Against Corporate Misbehavior, uma associação acadêmica que critica a Foxconn) o número de 180 mil estagiários é uma mentira criada pela própria fábrica - o quadro real seria próximo de 430 mil ou um terço da mão de obra de 1,3 milhão de empregados da empresa. A história vai além: estagiários da Foxconn devem trabalhar em regime efetivo, mas sem a compensação salarial de um empregado dessa categoria.

Veja a matéria da ABC abaixo.

FBI pode desligar servidores e impedir acesso de milhões à internet no dia 8 de março


FBI (Reprodução)
FBI
De acordo com os sitesDigital Trends e BetaBeat, o FBI, poderá ser forçado a desligar milhares de servidores DNS (sistemas que abrigam os nomes de domínio dos sites da web) para conter um poderoso vírus, o que deve derrubar o acesso à internet para milhões de usuários de todo o planeta.
Os servidores DNS foram instalados pelo FBI no ano passado para evitar a propagação de malwares conhecidos como Trojan DNSChanger, mas a ordem judicial que permitiu a substituição desses servidores expira em 8 de março deste ano.
O DNSChanger é um vírus que modifica as configurações de DNS dos computadores e redireciona páginas e resultados de pesquisas dos usuários para sites infectados ou de origem maliciosa, além de bloquear o acesso a links que possam oferecer soluções de como limpar a máquina dessa ameaça.
Em novembro de 2011, autoridades americanas prenderam seis homens na Estônia pela criação e disseminação do DNSChanger. Segundo o próprio FBI, o malware atinge computadores em mais de 100 países, incluindo meio milhão de PCs só nos Estados Unidos. Para encontrar formas de erradicar o vírus, o FBI substituiu os servidores infectados por novos aparelhos, o que deu a empresas e usuários com máquinas contaminadas a chance de limpar seus dispositivos.
Ainda assim, o jornalista de cibersegurança Brian Krebds relata que o DNSChanger está nos sites de 27 das 55 entidades governamentais mais importantes do mundo, além de metade das companhias listadas pela Fortune 500 (ranking dos grupos empresariais mais bem sucedidos). Vale lembrar que nessa lista estão organizações como Intel, Verizon, General Motors, HP, Walt-Mart, Apple, Microsoft, Dell, Walt Disney, Amazon, Google, American Express, Oracle, entre outras.
Se a ordem judicial de atualização não for prorrogada para depois de 8 de março, o FBI será legalmente obrigado a desligar os servidores para então limpá-los dos malwares, fazendo com que o acesso à internet dos usuários ainda infectados com o vírus seja bloqueada.
O Digital Trends explica que usuários, empresas e outras agências podem consultar se seus sistemas estão contaminados com o DSNChanger através do site DCWG.org.

Mozilla anuncia loja de apps, a Mozilla Marketplace



Reprodução
Mozilla Marketplace

A Mozilla, responsável pelo navegador Firefox, anunciounesta quarta-feira (22/02) que abrirá sua própria loja de aplicativos. A MozillaMarketplace será apresentada a partir do dia 27 de fevereiro na Mobile World Congress, feira que reunirá novidades do mundo móvel em Barcelona, Espanha.

A Mozilla Marketplace será a primeira loja independente de dispositivos e sistemas a oferecer aplicativos baseados nas tecnologias HTML5, JavaScript e CSS. Em outra tentativa de deixar a web nas mãos dos usuários, os apps poderão ser comprados e rodados em qualquer dispositivo que seja compatível com HTML5.

A Mozilla também abrirá as inscrições para desenvolvedores. Assim, "se você é um desenvolvedor de apps e está interessado em distribuir e monetizar seu aplicativo através de diversos dispositivos e plataformas", deve pensar em enviar sua ideia para o Marketplace. Em breve, a Mozilla disponibilizará os APIs, que foram enviados para padronização na W3C.

A nova loja também terá um sistema diferente de identificação de apps. Agora, os aplicativos serão relacionados à identidade do usuário, e não mais ao aparelho onde eles estão instalados.

Em entrevista para o site BusinessWire, Todd Simpson, diretor de inovação da Mozilla, afirmou: "a web é a maior plataforma do mundo. Estamos permitindo que a web seja o mercado, dando aos desenvolvedores a oportunidade de participar do maior campo de jogo imaginável".

A Mozilla Marketplace estará disponível para o público até o final do ano.

Fotos marcadas por amigos no Facebook: é possível mover um processo por causa disso?


Reprodução
Facebook
Um rapaz dos Estados Unidos descobriu que familiares não podem ser processados por fotos postadas no Facebook, ou pelo menos não devem ser, de acordo com a decisão de uma juíza de Minnesota.
Segundo o Mashable, Aaron Olson processou o seu tio Randall LaBrie por ter postado uma foto de um Olson criança em frente a uma árvore de natal e uma legenda engraçadinha. Inicialmente, ele pediu para seu tio apagar a imagem da rede social, mas LaBrie apenas tirou a marcação do rapaz e manteve a foto. "Se você não gosta das fotos, fique fora do Facebook", afirmou o tio.
Sem conseguir eliminar a foto da internet, Olson processou o seu tio afirmando que ele estava assediando-o com a imagem.
A juíza Natalie Hudson afirmou que a imagem não pode ser considerada uma forma de assédio a uma pessoa, ainda mais por ter sido postada por um parente. "Para constituir assédio, palavras devem ter efeito adverso à segurança e privacidade de outra pessoa. Comentários que são maldosos e desrespeitosos, juntos com fotos de família, não afetam a segurança nem privacidade."
Para a juíza, o fato da foto ter sido postada por um tio de Olson elimina a possibilidade dela ser considerada assédio ao rapaz.
Atualmente, Aaron Olson e Randall LaBrie não são amigos no Facebook. Será que isso pode ter alguma relação com o caso?

Rumor: Amazon lançará Kindle Fire de 10 polegadas para competir com iPad 3



Kindle Fire (Reprodução)
Amazon Kindle Fire
Segundo informações dos sitesDigiTimes e Digital Trends, aAmazon teria entrado em um acordo com a Foxconn para iniciar a produção de uma versão de 10 polegadas do leitor digital Kindle Fire. As vendas, ainda de acordo com as fontes anônimas, teriam início no segundo semestre.
A fabricação de um novo e-reader se deveria ao sucesso alcançado com o modelo atual de 7 polegadas, lançado em novembro de 2011. Além disso, segundo os sites, a Amazon quer se firmar cada vez mais no mercado de tablets e o anúncio do Kindle de 10 polegadas para competir diretamente com o iPad da Apple (que possui uma tela de 9,7 polegadas) parece ser mais um passo nessa direção.
Embora a varejista online não tenha divulgado números detalhados sobre as vendas do Kindle Fire, o analista Jordan Rohan estima que a gigante tenha comercializado cerca de seis milhões de dispositivos só no final do ano passado. Nas primeiras 24 horas do período de pré-venda, que aconteceu em outubro, o aparelho vendeu 95 mil unidades.
No entanto, os números não chegam nem perto dos tablets da Apple, que venderam mais de 55 milhões de unidades desde 2010, quando foi anunciado. Só no último trimestre, a empresa comercializou mais 15,4 milhões de iPads. Se por um lado a Amazon planeja lançar um novo Kindle de 10 polegadas, a Apple vai contra-atacar com o futuro iPad 3, que deve ser lançado nas próximas semanas.
O Kindle Fire de 7 polegadas vem com 8 GB de memória interna, processador dual-core e conectividade Wi-Fi para navegar na web e adquirir conteúdos. O pequeno tablet roda uma versão customizada do Android, sistema operacional do Google, e, ao contrário dos seus concorrentes, não possui câmera ou microfone. Nos Estados Unidos, ele é vendido por US$ 199.