twitcam

campus party 2016

windows 10

4G

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A economia por trás do cybercrime


Vírus
Vírus
Igor Lopes, de Cancun, México*

O número de pragas virtuais não para de crescer em todo o mundo. Estimativas da Kaspersky, empresa de segurança online, apontam que em 2004, 1 novo vírus era descoberto a cada hora. Em 2006, já era 1 novo vírus a cada minuto. Hoje, temos 1 vírus desenvolvido a cada segundo. E ao final de 2012, qual será a realidade do mundo online? Este parece ser um cenário bastante perigoso para nós, que dependemos da Internet em nosso dia a dia, já que especialistas afirmam que 99% desses criminosos só querem uma coisa: o seu dinheiro.

Ainda de acordo com a Kaspersky, o cybercrime chegou a movimentar em torno de 1 trilhão de dólares em 2011. Só para se ter uma ideia, o tsunami no Japão causou um prejuízo de 300 bilhões de dólares aos cofres daquele país. É como se o mundo sofresse a perda de 3 tsunamis por ano, só na internet.

Mas eu não tenho dinheiro. Ainda assim, posso ser vítima?

"É claro! Você pode não ter dinheiro, mas tem amigos. E por que os criminosos não mandariam spam para eles, através de sua lista de emails ou sua rede social, para tentar infectá-los? Algum deles, certamente, terá um troco", alerta Stefan Tanase, pesquisador de segurança da Kaspersky. Esta acaba sendo uma parte importante no trabalho dos criadores de vírus: quanto mais espalharem a praga, mais chances têm de ganhar dinheiro, já que mais pessoas podem cair no golpe. "É uma situação complicada. É como um dragão: corta-se uma cabeça mas nascem outras duas. A pessoa pode desinfectar seu PC, mas já contaminou outros 2. E assim a coisa se espalha", completa.

Tanase afirma que já conheceu vírus que renderam 6 mil dólares por semana para quem o desenvolveu. E as formas de enganar as pessoas são várias. Uma das mais comuns são as mensagens falsas na web, que afirmam que seu PC está contaminado. O usuário inadvertido clica ali, compra o produto falso e tem a sensação de que foi salvo da praga. Na verdade, ao comprar o software falso, ele estava adquirindo um produto sem eficácia alguma, e ainda clicou em um link que pode ser malicioso por si só, abrindo as portas de sua máquina para outros ataques. Hoje, também já existem QR Codes maliciosos, que te direcionam para sites contendo vírus. Há, ainda, os chamados SMS Trojans, que mandam mensagens para "números premium" - aqueles utilizados para venda de serviços via telefone. Dessa forma, a sua conta no final do mês traz valores estranhos, mas, mesmo assim, você paga junto de sua conta do celular. Pronto. Você foi vítima de um golpe virtual sem nem ao menos ter notado.

Cada vez mais fortes

"Quanto mais dinheiro os cibercriminosos ganham, mais verba eles têm para reinvestir em pesquisa. Assim, conseguem criar pragas cada vez mais elaboradas e de difícil detecção", afirma Tanasse. "Já investiguei pragas tão elaboradas que os criminosos programaram para receber, todos os dias pela manhã, um SMS informando a quantidade que arrecadaram no dia anterior! O Koobface rendia 2 milhões de dólares por ano quando foi descoberto", completa.

Os especialistas afirmam que os projetos de vírus estão cada vez mais organizados, com organogramas e diversos profissionais envolvidos. "Eles já provaram que são sem escrúpulos. E se, um dia, uma rede terrorista resolver empregá-los? É preciso ficar de olho", conclui, em um tom apocalíptico.

Distrito Federal será sede dos testes da "internet 0800" em março


Reprodução
Internet
O governo brasileiro anunciou nesta segunda-feira (13/02) que os testes de implantação e acesso da chamada internet por meio de tarifação reversa, ou a "internet 0800", já possuem local e data para serem realizados. Eles acontecerão em Varjão, no Distrito Federal, em março. Os testes serão comandados pela Anatel, pelo Ministério das Comunicações e pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Esse novo modelo parece o serviço de ligação por telefone com prefixo 0800, aqueles em que as empresas prestadoras de serviço pagam pela ligação, segundo a Agência Brasil. No caso da "web 0800", o site conectado pagará as tarifas. A conexão com tarifação inversa poderá ser usada por lojas, bancos e atendimento ao consumidor.

Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, diz que o modelo é 100% brasileiro. Ele explica que "a ideia é tentar desenvolver uma conexão de internet em que a pessoa entra para fazer uma reclamação, pedir atendimento em call center, compras ou operação em um banco", possibilitando que o cliente faça uma conexão tarifada para a empresa.

"Se der certo, pode ser uma alternativa para a empresa que tem um call center. Ela pode desenvolver um portal para fazer um autoatendimento", diz Paulo, explicando que o serviço por telefone não se extinguirá, só haverá uma alternativa com baixo custo: "Acho que pode funcionar e ser até mais barato", explica.

Maria Inês Dolci, advogada e coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), diz que "hoje, o consumidor já paga uma das tarifas mais altas de internet entre inúmeros países. É uma questão de acompanhamento do governo, para que o consumidor não tenha essa gratuidade e acabe pagando tarifas mais caras por conta disso".

Hotmail possui o melhor filtro anti-spam, de acordo com estudo


spam
O Hotmail é o melhor serviço para quem não gosta de receber spam, de acordo com um estudo feito pela Cascade Insights publicado pelo Mashable. O email da Microsoft possui um filtro para mensagens indesejadas melhor que o do Gmail, segundo a pesquisa.

As caixas de entrada doHotmail possuem 48,57% de spam, enquanto no Gmail esse número é de 48,88%. Já quem usa o Yahoo Mail sofre mais com mensagens indesejadas: 58% das mensagens recebidas são spam.

Os números são altos, mas apontam a capacidade de cada serviço de filtrar os spams. Se as caixas de entrada do Hotmail possuem menos spams do que no Gmail, significa que o sistema de detecção de mensagens indesejadas criado pela Microsoft é mais eficaz do que o do Google, segundo a Cascade Insights.

Para realizar o estudo, a Cascade criou contas nos três serviços com o mesmo nome de usuário. Depois, criou cadastros em sites que costumam atrair spampara o email, como páginas no Facebook, comentários em blogs e sites de relacionamentos. Para as mensagens consideradas desejadas, os emails foram cadastrados em newsletters e outros anúncios que não vão direto para o lixo eletrônico.

Em 2009, um estudo idêntico feito pelo mesmo grupo apontou que o Gmailpossuia o melhor serviço anti-spam entre os emails gratuitos, com o Hotmailem segundo. Nos últimos anos, porém, a Microsoft parece ter melhorado o filtro do seu serviço e superou o do Google.

Primeira Microsoft Store fora dos EUA será aberta no Canadá


Reprodução
Microsoft Store
A Microsoft está com planos de expandir sua rede de lojas físicas dentro dos Estados Unidos e, também, fora dele. A empresa vai abrir sua primeira MicrosoftStore internacional ainda este ano. A cidade escolhida é Toronto, no Canadá.

Segundo o site The Verge, a loja será aberta antes das festas de fim de ano de 2012 e, novamente, poderá ser aberta perto de uma Apple Store. Fontes próximas da empresa disseram que outras 4 lojas nos EUA serão abertas até a metade do ano.

As 2 primeiras serão abertas até abril deste ano em Palo Alto, Califórnia, e Austin, no Texas. Logo em seguida, Bridgewater e Freehold, ambas cidades localizadas em New Jersey, ganharão suas versões. Ao que tudo indica, também ficarão localizadas próximo a Apple Stores.

Kevin Turner, diretor de operações da Microsoft, disse ainda que a empresa tem planos de abrir 75 novas Microsoft Stores em 2 anos.

Policiamento 2.0: como autoridades podem usar as redes sociais contra o crime?


Reprodução
Policia nas Redes


Não é incomum vermos notícias sobre prisões de criminosos sendo obtidas pelas autoridades internacionais através das redes sociais: seja um vacilo em uma publicação no Facebook (como um traficante italiano preso após postar fotos de seu paradeiro - veja aqui) ou uma extensa investigação de indivíduo suspeito, é fato que as redes sociais fazem bem mais do que causar a interação entre amigos.

O Olhar Digital, em conversa com o delegado e especialista em cibercrimes da Polícia Civil de São Paulo, José Mariano de Araújo Filho, tenta trazer a você uma breve análise da realidade do nosso sistema de policiamento brasileiro, quando comparado com instituições internacionais, como o Federal Bureau of Investigation (FBI), a Scotland Yard e a Interpol. Mariano, que também dá aulas sobre cibercrime na Academia de Polícia do Estado de São Paulo, pinta um quadro não muito favorável ao nosso país, mas a conclusão da entrevista abaixo ainda é: a Polícia está de olho.

"Nós temos, hoje, algumas instituições policiais que usam as redes sociais a certo grau", diz José Mariano. "Normalmente, fazemos isso com o intuito de coletar informações. Essas informações, por sua vez, podem ajudar em uma investigação previamente iniciada ou ainda iniciar uma investigação própria". Mariano, porém, confirma o que todos suspeitam: ainda estamos bem atrasados: "esse tipo de uso demanda alto conhecimento em redes e banco de dados - duas vertentes em que ainda estamos bem atrás se nos compararmos com países de primeiro mundo".

Para ilustrar esse "atraso", Mariano cita uma ferramenta que é usada ocasionalmente pela Polícia Civil paulistana: "Dada a burocracia legislativa daqui, a polícia tem dificuldades em obter, por exemplo, seu endereço de IP para determinar de onde você está publicando material ofensivo. Supondo que eu precise dessa informação, uma tática que se usa é enviarmos um e-mail nos passando por simpatizantes, por exemplo, do compartilhamento de imagens de pedofilia. Eu abordo a pessoa de forma amigável ao crime e ofereço um determnado link para clicar, com a Reproduçãopromessa de mais fotos do tipo: apenas por clicar no link, eu consigo tirar um snapshotdo IP do agressor. Isso é uma forma rudimentar de investigação e, acredite, a maior parte do nosso policiamente não está equipado nem mesmo para isso".

Em outras palavras, Mariano nos passa a mensagem de que as redes sociais no Brasil funcionam como uma ferramenta complementar - e muito raramente para se identificar um crime em si. E, para mudar isso, seria necessário uma reformulação completa no sistema de policiamento: "antes de tudo, a polícia teria que se especializar no uso da tecnologia, e, em seguida, precisaríamos formular uma legislação de apoio. Hoje, o policial quase não tem ferramentas legais para investigação em âmbito virtual - e quando um policial não tem base legal para fazer seu trabalho, ele dá com a 'cara' em uma parede", diz Mariano. Mas a mudança mais profunda, segundo o especialista, seria a atual falta grave da habilidade policial de acompanhar toda a evolução da tecnologia, atualizando seus recursos de acordo.

E enquanto essa revolução legislativa não vem, Mariano coloca outro fator na equação: os provedores de serviços de redes sociais, como Google e Facebook: "Acho que o papel deles é fundamental nesse ponto, pois não se fala em trabalho policial facilitado se quem administra essas redes oferece resistência na passagem de informações de usuários ofensivos. Para eles, é inconveniente você ser taxado com uma entidade que ajuda a polícia. É aquela mentalidade errônea de confundir 'privacidade online' com 'anonimato virtual', usando os termos de compromisso como escudo: as pessoas confundem 'moralidade' com 'dever cívico' - se você vê alguém cometendo um crime na rua, você é obrigado a reportar isso às autoridades, e o mesmo vale para as redes sociais. Acredito que os termos de compromisso para permissão de uso de canais de relacionamento deveriam ter uma exceção de repasse de informações de usuário em caso de solicitação judicial. Bater de frente com esses contratos é o que chamamos de 'instabilidade jurídica'".

Mariano ainda indica que a situação piora muito no caso de redes que não tenham representação oficial no Brasil. Enquanto Google e Facebook possuem escritórios abertos aqui, o que em tese facilita esse tipo de trâmite legal, um gigante como o Twitter ainda não tem CNPJ: "Aí complica", diz Mariano. "O procedimento correto é que eu acione o sistema de policiamento do país correspondente e ele me auxilie na investigação. Entretanto, o Brasil é um dos países que não aderiram à Convenção de Budapeste [NA: "Convenção de Budapeste" ou "Convenção Internacional sobre o Cibercrime" foi uma convenção realizada em Budapeste com o objetivo de padronizar leis internacionais de combate ao crime na internet], e nós, por vezes, somos impedidos de pedir apoio internacional, o que desacelera a obtenção de informações e provas e nos força a fazer acordos unilaterais de colaboração, onde não há nenhum benefício direto para o Brasil".

Entre tantas dificuldades, Mariano aponta uma melhora: "Hoje, provas vindas de pesquisas em redes sociais já são bem aceitas em juízo, não é algo que um magistrado vá torcer o nariz. O problema é quando a prova é coletada de forma errada: o processo certo deve conter um pedido de busca e apreensão dos bens de informática para pesquisa em uma instituição coerente. Se isso não for obedecido, por mais que a prova seja verdadeira, ela tem um valor nulo perante a Lei".

Para Mariano, a população também tem que ajudar, denunciando e participando sempre que possível, para minimizar os danos causados pelos cibercrimes: "Nem sempre a força policial será 100% eficaz. Hoje, você falha em reportar um crime, mas amanhã, se você for lesado por um, não vai querer que essa mesma negligência o atinja".

Distrito Federal incentiva uso de software livre em órgãos públicos


linux
O Governo do Distrito Federal vai adotar o software livre como política de TI para seus órgãos de administração. A decisão foi publicada ontem (13/02) no Diário Oficial do DF.

A Estratégia Geral de Tecnologia da Informação (EGTI) prvê que, em 120 dias, os órgãos governamentais produzam Planos Diretores de TI com incentivo ao uso e desenvolvimento de software livre. A decisão privilegia o uso do software livre "sempre que possível" e, quando um órgão decidir algo contrário, precisará apresentar uma justificativa.

Com software livre, as áreas de TI dos órgãos públicos do Distrito Federal podem diminuir custos e aumentar a independência administrativa. O objetivo é aprimorar o gerenciamento da área de TI e torná-la transparente e interativa com os cidadãos. A medida também devolve ao governo o controle do setor, que há anos é terceirizado.

Com uso de software livre, os órgãos públicos terão menos gastos com licenças de soluções proprietárias e ainda podem incentivar a pesquisa e desenvolvimento de software livre.

Brasil pode ser o primeiro país a sofrer censura do Twitter


Reprodução
Twitter Brasil
Há alguns dias, noticiamos que o Twitter, por iniciativa própria, informou que vaibloquear mensagens em certos países que podem considerá-las ofensivas - apesar de permitir que usuários de outras partes do mundo possam ler os tuítes sem problemas. Isso, segundo a empresa, é necessário devido a diferentes leis ao redor do mundo, influenciadas por fatores históricos e culturais.

Agora, uma informação pode nos deixar ainda mais atentos quanto às novas políticas do microblog. De acordo com o site Digital Trends, o Brasil pode se tornar o primeiro país do planeta a adotar as medidas impostas pelo Twitter, que planeja censurar as postagens envolvendo assuntos relacionados ao trânsito, como limites de velocidade, bloqueios em estradas e postos policiais para checar motoristas alcoolizados.

O governo brasileiro entrou com um pedido de liminar para que a companhia bloqueie essas mensagens. As autoridades acreditam que a censura dos tuítes sobre operações policiais no tráfego podem ajudar nos esforços para melhorar a segurança nas estradas e reduzir os acidentes de trânsito, como também auxiliar na busca e apreensão de ladrões de carros ou contrabandistas de mercadorias ilegais.

O Brasil parece ser o primeiro país a avançar com planos para bloquear tuítes. Segundo o Twitter, os posts não serão removidos - a menos que haja um pedido de funcionários do governo ou de outro partido que acreditem na ilegalidade da mensagem -, mas sim substituídos por um aviso de censura. Caso o juiz responsável pelo caso conceda a liminar, qualquer um que violar a lei pode receber uma multa de R$ 500 mil reais por dia.

A decisão deve acontecer na semana que vem.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Google abre 30 vagas de estágio em São Paulo. Inscrições vão até 12 de março



Google (Reprodução)
Google
Uma boa notícia para os estudantes de plantão: oGoogle abriu nesta segunda-feira (13/02) as inscrições para 30 vagas no programa de estágio doGoogle Brasil, o GoogleBusiness Internship Program. O local de trabalho dos futuros contratados será no escritório da empresa, em São Paulo.

As oportunidades são para estudantes universitários que concluirão a graduação em dezembro de 2012, nos cursos de Humanas e Exatas, que dominem a língua inglesa. As áreas de atuação serão variadas, e vão incluir vendas, marketing, comunicação, estratégia de planejamento, desenvolvimento de novos negócios e recursos humanos. O programa tem duração prevista de cinco meses e chances de efetivação.

Os interessados devem efetuar a inscrição no site do Google Students até o dia 12 de março. Os candidatos selecionados para a próxima etapa vão passar por uma entrevista online com a Companhia de Talentos, seguido de um teste oral em inglês. Por último, as entrevistas serão realizadas no escritório do Google, na cidade de São Paulo.

"Estamos muito contentes com os resultados da primeira edição do programa de estágio, que, além de ajudar a revelar diversos talentos dentro da empresa, ainda teve cerca de 60% de efetivação. Para este ano, nossa meta é realizar cerca de 400 entrevistas online e então selecionar 90 candidatos para participar das etapas finais que serão realizadas na sede do Google Brasil", diz Monica Santos, Diretora de RH do Google para a América Latina.

Para saber mais sobre o Google Business Internship Program, clique aqui.

Firefox ganhará versão conceitual para o Windows 8


Reprodução
Firefox Anual Report
A Microsoft parece estar séria quanto à questão da troca do menu "Iniciar" por uma interface de apelo mais visual. A nova GUI (graphical user interface, ou "interface gráfica de usuário") doWindows 8 deve mesmo eliminar o visual do sistema operacional como conhecemos até a versão "7". No lugar, a empresa liderada por Steve Ballmer utilizará o que batizou de "Metro", com uma exibição em "blocos" (tile grid).

E, como toda nova interface, a adaptação de tecnologias atuais é uma necessidade óbvia. No caso do Metro, a Mozilla Foundation já está se adiantando e anunciou, ainda para 2012, o lançamento de uma versão conceitual do navegador Firefox para o visual do Windows 8. Um documento da Mozilla Foundation, veiculado pela CNET, fala sobre o projeto:

"Firefox on Metro, assim como todos os outros aplicativos para a interface, será exibido em fullscreen, com foco em interações de toque, e conectado a todo o ecossistema Metro por intermédio de contratos com o Windows 8" - para "contratos", o documento fala de um mecanismo que permite a um software transferir para outro as funções primárias, como abrir uma página da Web ou compartilhar arquivos multimídia.

Haverá também um suporte para que o usuário troque pela versão clássica, mas existe uma consequência: essa parte "clássica" só funcionará caso o Metro não esteja trabalhando em conjunto com o Firefox.

Conte-nos: qual é a sua expectativa para o Windows 8? Acredita que ele pode chegar mais longe que seu antecessor? Ou seria ele o "novo Vista"?

Desenvolvedor do Opera fala sobre o futuro do HTML 5


REPRODUÇÃO
OPERA


O HTML 5 é a nova versão da linguagem de programação usada hoje para desenvolver sites. Mas, para quem não sabe, o Opera foi o primeiro a adotar essa tecnologia em seus navegadores. Em 2003, Mike Taylor, desenvolvedor do browser, se apaixonou pelas possibilidades da linguagem e, desde então, vem trabalhando em cima disso. Ele é expert no assunto e prevê um futuro promissor para o código. Em um bate-papo rápido com o Olhar Digital, o desenvolvedor falou sobre as possibilidade da plataforma e ainda adiantou algumas novidades da próxima versão do Opera.

Olhar Digital - O Opera foi o primeiro navegador a usar o HTML5. Como vocês previram que esta linguagem se tornaria padrão?

Mike Taylor - Quando o HTML 5 estava sendo desenvolvido pela W3C [em janeiro de 2008], o pessoal do Opera teve a ideia de fazer nossa própria versão da linguagem. Pensamos em facilitar a nossa vida, porque era muito mais fácil e legal de desenvolver com ele e, também, oferecer uma melhor experiência para os usuários. Assim como no começo do próprio HTML [criado por Tim Berners-Lee na década de 1990] tivemos uma lance mais experimental que deu certo. Algum tempo depois, a Mozilla, Apple e, mais tarde, o Google se uniram a nós, incentivando a adoção.

Olhar Digital - Quais são as possibilidades do HTML 5?

Mike Taylor - São muitas, mas o grande sonho é a construção de aplicações nativas. Uma das coisas que as pessoas estão mais empolgadas é em relação ao Web RTC [Real Time Communication, ou, "Comunicação em Tempo Real"]. Temos muitas pessoas inteligentes trabalhando em APIs para que seubrowser se comporte como se fosse um telefone IP. Imagine se conectar com uma pessoa pelo navegador, sem precisar de plugins ou softwares proprietários, como se fosse o Skype? Ou ainda criar games que possam ser jogados diretamente do navegador? As possibilidades são intermináveis, especialmente nos smartphones. Com o HTML 5 vai ficar muito mais fácil navegar em telas menores, porque ele será inteligente o suficiente para entender que você está em um dispositivo pequeno e, portanto, as fotos não precisam ser exibidas tão grandes e pesadas. As pessoas gastariam menos dinheiro e tempo com a navegação. Enfim, eu acho que as possibilidades do HTML 5 dependem apenas da imaginação das pessoas.

Olhar Digital - Então, o HTML 5 não será substituído em breve?

Mike Taylor - Com certeza não. Acredito que em algum ponto, daqui cerca de seis anos, alguém vai perceber que será preciso definir o HTML 6. Mas, provavelmente, vai demorar alguns anos. Ainda temos muito o que explorá-lo.

Olhar Digital - E as novidades para a nova versão do Opera?

Mike Taylor - Como disse, temos trabalhado muito com RTC e outras coisas nativas como um photobooth, onde as pessoas podem tirar fotos direto do navegador, colocar filtros e enviar por email. Também anunciamos a nossaOpera TV Store, uma plataforma unificada para televisões inteligentes. Ela é bem diferente de outros modelos, pois é uma interface entre a TV e a navegação do usuário. Eles podem navegar, comprar e rodar aplicativos que usam tecnologias web como o HTML 5, Canvas, SVG e etc neste espaço. O legal é que também dá para ser usado em set-top box ou Blu-ray, por exemplo.

'Tudo será a internet'. Físico faz previsões de como vamos viver daqui 10 anos




Esqueça tudo o que você já viu e ouviu sobre futurologia. Robôs, inteligência artificial, realidade aumentada, nanotecnologia e tantas outras coisas, que antes só eram vistas nos filmes de ficção científica, hoje já são realidade. E mais: estamos prestes a entrar em uma era onde tudo estará conectado.

São essas as palavras do físico norte-americano e professor da Universidade de Nova York, Michio Kaku, que, em palestra no último dia da Campus Party (11/02), em São Paulo, anunciou algumas previsões tecnológicas que estarão em nossas vidas daqui dez anos, entre elas a extinção dos computadores, a construção de órgãos humanos em laboratórios e até mesmo a cura para o câncer.

Mas antes, um breve parágrafo: você sabe por que os cientistas elaboram tantas teses? E por que devemos acreditar que essa revolução eletrônica está tão perto de acontecer? Segundo o próprio Kaku, a riqueza das coisas vem da ciência, mas ela não é uniforme, e sim em forma de "ondas". O exemplo citado é de que as grandes crises econômicas que marcaram as gerações fizeram parte de um processo chamado "bolha": com o aumento das invenções, as melhorias de vida continuam a crescer até gerar um efeito reverso ao crescimento, ou seja, os recursos não são suficientes para suprir a demanda, criando, assim, um sistema para reduzir custos. Quando esses custos não são contidos, o resultado final vem em forma de crise nas bolsas de valores mundiais, "estourando" a bolha.

A primeira onda veio em 1850 com a máquina a vapor, a primeira locomotiva e as fábricas. A segunda, em 1929, pela eletricidade e o automóvel. A terceira e mais recente, em 2008, pela alta tecnologia dos computadores, GPS, internet e celulares (que afetaram principalmente o setor imobiliário). Agora, Kaku, mais conhecido como o "físico do impossível", afirma que uma quarta onda, provavelmente ocasionada pela inteligência artificial e a nanotecnologia, está por vir no ano de 2090, e que nós, desta geração, seremos os responsáveis por ela.

Internet: em todos os lugares e em lugar nenhum



Voltando às teses futurísticas, o físico norte-americano ouviu 300 dos principais cientistas do planeta para desenvolver melhor suas pesquisas, e explica que algumas coisas da nossa geração já podem ser previstas. O poder dos computadores, por exemplo, dobra a cada 18 meses; logo, é possível prever como será um PC daqui dez anos. Para Kaku, a força computacional estará em todos os lugares, ao mesmo tempo em que não estará em nenhum lugar (assim como a eletricidade, que está no chão, no teto, nas paredes, mas não a vemos).

"Os computadores que conhecemos hoje deixarão de existir, e a internet estará em tudo - incluindo os seus óculos, que serão capazes de reconhecer os rostos das pessoas e ver suas biografias. Elas vão falar chinês e você vai ler as legendas do idioma bem diante dos seus olhos", declarou. Bem humorado, Kaku brincou ao dizer que "será perfeito para alunos em época de provas finais, que só vão precisar piscar para aparecer todas as respostas do teste".

Não só estudantes farão uso do produto, mas também atores, políticos, militares em campo de batalha, turistas, astronautas e até quem procura por um namorado ou namorada. "Ao passar por alguém na rua, os óculos vão identificar quem está disponível para você. Os turistas, ao visitarem o Coliseu de Roma, por exemplo, verão o império romano inteiro em uma 'ressureição' de realidade aumentada". Para os que não usam óculos, a alternativa será lentes de contato com as mesmas funções.

Quanto aos aparelhos eletrônicos, Kaku afirma que as televisões 3D vão dispensar o uso de óculos especiais. Os escritórios do futuro terão computadores descartáveis que custam 1 centavo cada. Carros vão dirigir sozinhos, sem motorista. As lojas, através de seu cartão de crédito, terão informações sobre o seu tamanho e número para que você tenha suas medidas tridimensionais, customize as roupas de acordo com seu gosto ou necessidade e receba os pedidos em casa. Você vai saber quanto cada coisa custa, qual estabelecimento tem o produto mais barato e qual a opinião dos consumidores.

Todos os comandos para controlar esses aparelhos será feito através da mente. Esse mecanismo já existe na forma de um sensor colocado na nuca capaz de captar as ondas de rádio de um chip em seu cérebro para que você controle os objetos do ambiente. Até quem sofre de paralisia cerebral ou esclerose lateral - como é o caso do também cientista Stephen Hawking - terá a capacidade de comandar os computadores apenas com o poder do pensamento.

Biotecnologia: o câncer deixará de existir



A medicina será uma das áreas mais beneficiadas no futuro. Hoje, já existe um chip tão minúsculo que pode ser inserido dentro de uma pílula, mas amanhã a tecnologia medicinal será ainda melhor: nanopartículas terão o poder de destruir células cancerígenas, uma por uma, sem quimioterapia ou outros tratamentos. O vaso sanitário da sua casa, por exemplo, terá um chip que vai identificar proteínas e fragmentos de DNA nos seus fluidos corporais. Dessa forma, um câncer, por exemplo, será detectado 20 anos antes de se formar no organismo. "Lembrem-se do que vou dizer: a palavra tumor vai desaparecer do nosso vocabulário", disse Kaku.

O DNA, aliás, será uma informação de bem comum e acessível para todos. Atualmente, você tem de desembolsar US$ 50 mil dólares para sequenciar os dados do seu corpo e obter praticamente tudo o que há nele. Daqui dez anos, esse valor vai cair para apenas US$ 100, e qualquer pessoa poderá obter seus genes em um dispositivo móvel, que funcionará como um "manual do proprietário", incluindo os registros dos seus acestrais de vinte mil anos atrás.

Não é ficção científica: órgãos do corpo humano serão impressos, e alguns até vendidos em lojas de "peças" humanas. Nariz, vasos sanguíneos, traqueia, bexiga, ossos, pele e boa parte dos órgãos do corpo serão construídos com células do corpo do próprio indivíduo afetado. "Dentro de cinco anos teremos um fígado feito a partir da sua própria célula. Então, aos que consomem bebida alcoólica, isso vai cair muito bem", brincou Kaku.

Até mesmo a morte poderá ser driblada, pois já está em desenvolvimento um recurso chamado "morte reversível": se alguém sofrer um grave acidente, por exemplo, terá o sangue substituído por uma substância capaz de diminuir a temperatura corporal para -10º C - algo como congelar a pessoa para mantê-la viva, antes de realizar qualquer procedimento. Com isso, logicamente, a expectativa de vida vai aumentar.

Robótica: inteligência artificial



Os robôs do futuro, autoprogramáveis e autoconscientes, serão verdadeiros parceiros para o ser humano. Um exemplo que já existe é o "Asimo", uma máquina robótica considerada a mais avançada do mundo hoje. O robô consegue caminhar, correr, subir escadas e dançar. Contudo, o próprio inventor do aparelho admite que a inteligência do Asimo é equivalente à de uma barata.

"No futuro, os robôs serão tão espertos quanto um rato, um gato ou um cachorro. Talvez, depois desse estágio, alcançarão a inteligência de um macaco e, algum dia, podem até ser mais inteligentes que o próprio ser humano. Mas isso ainda está muito longe de acontecer", disse Kaku.

Além disso, a criação de robôs em grande quantidade vai causar demissões em trabalhos repetitivos e dará espaço ao capitalismo intelectual, onde somente empregos semi repetitivos continuarão a existir (pedreiros, serviços de limpeza, jardineiro, músicos, artistas). Ou seja, toda e qualquer função ou atitude que um robô (ainda) não consegue fazer.

"Vocês estão criando o futuro para a quarta onda. Por isso lembrem-se: a economia mundial vai se tornar um capital intelectual, e não de commodities", concluiu.

Deputado quer que Google explique novas políticas de privacidade na Câmara


Reprodução
Google
A Google lançará no dia 1º de março sua nova política de privacidade - regras que deixaram muitos com uma pulga atrás da orelha. Por isso, o Deputado Federal Paulo Pimenta (PT-RS) irá propor na Câmara dos Deputados que representantes da empresa sejam convocados para uma audiência pública, a fim de explicar as mudanças.

A apresentação será feita para usuários da web e para outros convidados, como membros do Ministério da Ciência e Tecnologia, além de especialistas em Defesa do Consumidor e em privacidade de dados pessoais.

Especialistas consideram as novas políticas de privacidade como uma "grande camisa de força virtual". Ela unificará as políticas de 60 serviços do Google, o que fará com que o usuário seja obrigado a aderir e permitir o cruzamento de uma quantidade bem maior de dados por parte da empresa.

Reprodução

(Paulo Pimenta, PT-RS)

José Milagre, professor e um dos principais ativistas em privacidade na web brasileira, explica que dados dos usuários poderão migrar de um serviço a outro de forma automática, com as novas políticas. Assim, o banco de dados do Google ficará bem maior, permitindo que a empresa faça uma maior personalização de pesquisas, ofereça publicidades ainda mais dirigidas. Isso tudo aumentará o lucro da companhia.

Paulo diz que a Câmara irá "confrontar várias opiniões e explicar à sociedade o que irá acontecer, já que pairam muitas dúvidas e vários especialistas afirmam que a nova política de privacidade oferece riscos para o consumidor".

Google lança Chrome 17 com mais ferramentas de segurança e velocidade


Google Chrome (Reprodução)
Google Chrome
Enquanto a Microsoft prepara o lançamento da versão final do InternetExplorer 10, o Google tem investido pesado no próprio navegador, o Chrome. Tanto que, mal lançou o modelo 16 do browser há poucos meses, e acaba de divulgar oGoogle Chrome 17.

A 17ª edição do navegador foi liberada oficialmente na última quarta-feira (08/02) para dispositivos com Android e computadores com sistema operacional Windows, Mac e Linux. Ele traz ótimas novidades, mais segurança e agilidade na navegação e download de arquivos.

Além das correções de bugs, melhorias e estabilidade, o Chrome 17 está ainda mais veloz para carregar as páginas da web através de um mecanismo de busca avançado capaz de renderizar os sites antes mesmo que o usuário termine de digitar os links que deseja acessar. Isso significa que, ao digitar uma URL na "omnibox" - a barra de endereços do browser -, o Chrome pré-renderiza a possível página a ser aberta. Ao teclar "Enter", o site, então, é exibido instantaneamente.

O recurso também funciona em pesquisas do Google, onde os resultados mais relevantes são pré-carregados automaticamente.

"O Chrome compreende os sites que você costuma visitar. Dessa forma, quando você começa a escrever a URL na barra de navegação, a digitação se autocompleta, fazendo com que a página apareça mais rapidamente – ou às vezes instantaneamente – assim que a tecla Enter é digitada", explicou Noé Lutz, engenheiro de software e vigilante de malware do Google.

Falando em malware, a segurança foi um item mais aprimorado no Chrome 17. Além de checar uma lista dos arquivos já considerados perigosos no momento do download, a partir de agora ele faz a verificação de dados executáveis (arquivos como *.exe e *msi). Se o arquivo transferido não estiver em uma lista de aplicativos seguros, o Chrome faz uma busca no Google para obter mais informações - se o servidor é conhecido por hospedar malwares, por exemplo - e determinar se aquele executável é seguro ou potencialmente perigoso. Se a resposta for positiva, o navegador vai exibir um alerta para que ele seja descartado.

Se você já possui o Chrome instalado, é só aguardar a atualização automática, ou forçá-la com a instalação da nova versão. Faça o download doChrome 17 clicando aqui.

Google está expandindo o Googleplex


Reprodução
Googleplex
O Google está fazendo grandes mudanças dentro do Googleplex, sua sede em Mountain View, EUA. Segundo o VentureBeat, a empresa está desenvolvendo uma área que será chamada "Google Experience Center" que vai consumir US$ 120 milhões em sua construção.

Este centro de experiências terá um museu e um centro de reuniões, além de laboratórios para desenvolvimento de projetos secretos. O espaço será voltado para desenvolvimento de ideias com grandes nomes da indústria, e, no futuro, pode servir como sede de eventos feitos pelo Google.

"O Experience Center não vai ser aberto ao público - apenas grupos convidados cujos interesses sejam vastos como os produtos da Google", afirmou um dos arquitetos envolvidos no projeto.

O espaço será maior do que o ocupado pelo laboratório Google X, usado para projetos grandiosos da empresa, e também deve hospedar o laboratório secreto Project X - que deve ter projetos ainda mais fantásticos do que no outro laboratório.

Outro espaço para desenvolvimento dentro do novo prédio pode ser um laboratório para o serviço de automação que a empresa está criando chamado @Home. Pouco se sabe sobre o serviço, mas a empresa deu dicas de que ele poderá controlar as luzes da casa e pode usar o Android.

Um marco para a Apple: empresa alcança valor de US$500 por ação


Reprodução
Apple
A Apple acaba de fincar um marco em sua história. Pela primeira vez desde a fundação da empresa, as ações estão tão altas: US$500 (cerca de R$850) por título. É um número gigante, se compararmos o valor de cada ação em 1997, que era de apenas US$3,19 (cerca de R$5,40).

Com isso, a Apple agora vale US$460 bilhões (cerca de R$782 bilhões). E, ao que parece, a empresa está cheia de boas notícias, já que em janeiro, ela anunciou um novo recorde em lucros líquidos nos 3 últimos meses de 2011: US$13,06 bilhões, ou 118% de crescimento, se comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo o site da BBC.

O grande salvador da empresa foi o falecido Steve Jobs, que voltou àempresa em 1997. Com os primeiros computadores, iPhones e iPods, ele conseguiu mudar a linha de produtos da empresa e a guiou para o sucesso.

Steve Jobs é homenageado no Grammy por criar iPod e iTunes


Reprodução
Steve Jobs
Steve Jobs foi um dos homenageados durante o Grammy Awards realizado neste domingo (12/02). O evento, feito para premiar os grandes nomes da música mundial, reservou uma homenagem póstuma ao co-fundador da Apple, falecido em 2011, devido às suas contribuições para o mercado fonográfico. de acordo com o VentureBeat.

Ele foi premiado com um Grammy Trustee Award, um troféu entregue a pessoas que durante a carreira fizeram grandes contribuições para a indústria musical. Antes de Jobs, nomes como Walt Disney e os Beatles haviam sido homenageados com o prêmio.

Jobs foi lembrado durante a premiação por ter contribuído para a digitalização da música, com a criação do iPod em 2001 e a loja virtual iTunes Store, que, desde 2003, vende canções e discos em formato digital.

"Aceitar esse prêmio significa muito para mim porque a música significou muito para ele", disse o vice-presidente de softwares de internet da Apple, Eddy Cue, que recebeu o Grammy. "Ele nos disse que a música moldou sua vida. Fez ele ser o que foi. Todos que conheceram Steve sabem do profundo impacto que artistas como Bob Dylan e os Beatles tiveram nele", afirmou.

O prêmio deste domingo foi especificamente para Jobs, mas a Apple já tinha sido homenageada anteriormente com um Grammy - em 2002, logo depois do lançamento do iPod.