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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Fiat Chrysler Automobiles inaugura Centro de Software no Brasil

A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) escolheu o Brasil para o seu novo Centro de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Engenharia Automotiva. Pernambuco foi o local escolhido para esse centro que terá quatro unidades no total.

A primeira dessas unidades, que é o Centro de Software, foi inaugurada na última quarta-feira, 2, na cidade de Recife. Ele será dedicado à concepção e ao desenvolvimento de softwares automotivos para motores e transmissões. Essa é a primeira unidade da FCA da América Latina que tem foco no desenvolvimento de softwares.

Os programas que serão desenvolvidos por esse centro prometem proporcionar maior eficiência energética, reduzir o consumo de combustível e emissão de gases e fazer com que a dirigibilidade cresça, melhorando o desempenho do conjunto motor-transmissão e a resposta aos comandos que o motorista executar.
O investimento que foi feito nesse centro foi de R$ 140 milhões, sendo que atualmente trabalham lá 210 profissionais e que nos próximos anos serão contratados até 500 outros. O Centro de Software também terá parceria de oito instituições de Pernambuco e da Paraíba.

Google Play Games ganha recurso para gravar jogos

O Google Play Games vai permitir a partir de hoje que os usuários gravem suas partidas feitas em smartphones e tablets Android.
O recurso será acionado apenas com o toque de um botão. A atualização do app já está disponível e vai permitir capturar vídeos em HD (720p) ou SD (480p) dos jogos, reações do jogador e comentários através da câmera frontal e microfone.
O app também vai permitir o compartilhamento direto para o Youtube dos vídeos produzidos. Para ter acesso à atualização, o usuário precisa ter instalado o Android 5.0 ou superior e ter espaço disponível para gravações.
Para usar o recurso é preciso abrir o Play Games, selecionar um jogo e ir até a página “detalhes do jogo”. Haverá um ícone de gravação e a partir daí o jogador precisa apenas escolher a qualidade desejada.

Facebook pretende livrar seu Feed de Notícias de virais indesejados

O Facebook está interessado em garantir que o seu Feed de Notícias não fique cheio de publicações que se tornam virais, mas não despertem o menor interesse em você. Para fazer isso, eles fizeram uma atualização que permite que, por meio de perguntas, eles avaliem se o viral é realmente interessante ou se as pessoas não querem que ele apareça em seus feeds.

Os algorítimos do site medem o envolvimento das pessoas com os posts através de curtidas, comentários e compartilhamentos e com isso, decidem o que irá aparecer no top do seu Feed de Notícias. Apesar disso, eles afirmam que muitas vezes, por mais que um post tenha muito envolvimento, muitas pessoas dizem que não estão interessadas em vê-lo.

Essa atualização deve fazer com que esses virais que são considerados "não interessantes" sejam colocados em posições mais baixas no Feed de Notícias. O Facebook ainda afirma que os donos de fanpages podem ficar tranquilos pois o tráfego de suas páginas não deverá diminuir, pois posts virais são, geralmente, uma anomalia, e não parte significante do movimento total da página.

Facebook começa a vender ingressos dentro de página de eventos

Além de estender a todos os usuários a ferramenta de livestream, o Facebook pode ter lançado mais uma novidade na última quinta-feira,3. De acordo com o Buzzfeed, a rede social passou a permitir compras de ingressos dentro de sua página de eventos.


Reprodução

A opção aparece através do botão 'Comprar ingressos', dentro do próprio evento, e leva a uma página de compras no próprio site ou aplicativo do Facebook.

Por enquanto, um pequeno número de eventos de locais específicos conta com o novo recurso e a rede social ainda não cobra nenhuma taxa pela compra dos ingressos. Ao contrário do que se imaginaria, os bilhetes não são eletrônicos: depois de comprá-los, é preciso ir buscar em um ponto de venda.
Ainda não há informações sobre a previsão de expansão da função para outros locais.

Por que a caridade bilionária dos Zuckerberg gerou tanta desconfiança?

A notícia de que Mark Zuckerberg e Priscilla Chan doarão 99% de suas ações do Facebook ao longo da vida em nome de causas filantrópicas deixou muita gente impressionada devido ao tamanho da generosidade - afinal, a participação do casal na maior rede social do mundo equivale atualmente a cerca de US$ 45 bilhões. Mas alguns prestaram atenção à situação e pontuaram que toda essa caridade carrega um preço considerável para a sociedade, pois ajuda os Zuckerberg a evitar o pagamento de uma quantidade enorme de impostos. E isso não é tudo.
Como já contamos aqui no técnico e informatica, a Chan Zuckerberg Initiative não é uma ONG, e sim uma LLC, ou seja, uma organização semelhante às “Ltda.” do Brasil. Isso significa que, ao contrário do que ocorre com as ONGs, a Chan Zuckerberg Initiative não será obrigada a destinar todo o seu dinheiro a ações sociais.
Este é só um dos pontos que levantam desconfiança. Como LLC, a organização dos Zuckerberg está livre para fazer investimentos privados, lobby e até doações políticas. Na prática, o dono da maior rede social do mundo terá muito mais influência sobre os caminhos políticos de seu país do que qualquer outro cidadão, confome aponta a New Yorker.
O New York Times ressalta ainda que, ao constituir uma LLC com aspirações filantrópicas, Zuckerberg automaticamente criou um mecanismo que o permitirá evitar o pagamento de imposto sobre 99% das ações que ele e Priscilla Chan possuírem do Facebook ao longo de suas vidas. Impostos sobre US$ 45 bilhões é muito dinheiro, e a falta desse dinheiro causa um desnivelamento nas contas do país.
No sistema democrático, a maioria da população elege representantes, e é esse corpo político que decide como o dinheiro dos impostos será reinvestido na sociedade. Ao driblar impostos, o casal escolherá, sozinho, que causas merecem mais atenção. A questão não é julgar quem é mais confiável entre políticos e Zuckerbergs, e sim respeitar o sistema democrático e a ciência que existe por trás dele - como explica o episódio abaixo do Nerdologia, o coletivo pensa melhor que o indivíduo:




Se os Zuckerberg fossem uma exceção, talvez a ideia de criar uma LLC não gerasse tanto debate, mas, como pontua a New Yorker, cada vez mais milionários americanos estão direcionando seus ganhos a iniciativas de caridade usando esse tipo de perfil, num movimento que recebeu o nome de filantrocapitalismo. As questões positivas disso são óbvias, no meio tecnológico Bill Gates tem sido um bom exemplo de como gastar dinheiro, tendo ajudado até a desenvolver uma máquina que transforma dejetos humanos em água potável.
Por outro lado, essa transferência de dinheiro pode colapsar o sistema financeiro do país. “Como entidades isentas de impostos, essas empresas de caridade não enfrentarão qualquer passivo quando eventualmente venderem as ações que recebem”, escreve a New Yorker. “Isso significa que a base tributária do país encolhe.” É por isso que o NYT acusa o casal de ter criado um canal de investimentos em vez de uma entidade filantrópica - e é preciso lembrar que 0,01% dos mais ricos dos EUA possuem 11,2% das riquezas do país, então se todos eles resolverem adotar postura semelhante, o país de fato terá um problema sério em mãos.

Entretanto, parte das ponderações em torno do que esses milionários vêm fazendo pode ter origem num sentimento egoísta, pelo fato de que esse desvio legal de verbas não causa benefício imediato nos países onde as riquezas foram geradas. Afinal, quando Bill Gates inventa uma máquina que converte lixo em água, ele não está pensando nos Estados Unidos, e sim nos países pobres - e isso ajuda a humanidade como um todo, indo além do quintal do doador.
Mark percebeu que suas decisões geraram desconfiança e resolveu se manifestar. Em seu perfil, o CEO do Facebook reconheceu que estruturou a Chan Zuckerberg Initiative como LLC para ter a possibilidade de “financiar organizações não-governamentais, fazer investimentos privados e participar de debates políticos”. Mas ele garantiu que em todos os casos o objetivo é "gerar um impacto positivo em áreas de grande necessidade" e que “qualquer lucro dos investimentos será usado para alavancar essa missão”, um compromisso que, como reportamos aqui no tecnico e informatica , está registrado judicialmente.

“O que é mais importante para nós é a flexibilidade para doar às organizações que fizerem o melhor trabalho - não importa como elas estejam estruturadas”, continuou Mark, lembrando que sua entidade também olha para esforços governamentais, mas não está obrigada a dar apoio apenas a eles.

Facebook começa a testar streaming de vídeos para todos usuários

O Facebook introduziu o serviço de streaming de vídeos ao vivo para celebridades há alguns meses. Mas nesta terça-feira, 3, ele começou a fazer testes para permitir que todos seus usuários possam fazer transmissões.

Para as pessoas que já podem testar a ferramenta, é possível ver o ícone "live video" aparecendo no menu de status. Os vídeos são salvos na Linha do Tempo do usuário que fizer o streaming e apenas sairão de lá se ele decidir excluí-los.

Uma diferença entre esse serviço no Facebook e nos outros apps de live-streaming é que, nesses aplicativos, quando o usuário faz um vídeo, todos os seus seguidores recebem uma notificação. No Facebook, por sua vez, apenas os seus amigos próximos (que são definidos através de um algorítimo) receberão uma notificação.

A diretora de design de produtos do Facebook, Julie Zhou, explica o porquê disso: "As razões pelas quais as pessoas queriam isso eram bem diferentes das [razões] das celebridades. Era mais sobre convidar amigos e familiares para momentos especiais da vida das pessoas".

Essa atualização só comprova a atitude que o Facebook vem tendo nos últimos tempos, que é a de fazer com que a rede social fique cada vez mais focada em vídeos.

O Facebook sabe do que você gosta

Quase todo mundo já se deparou com um anúncio estranho no Facebook. Seja uma propaganda sobre a qual o usuário não tem o mínimo interesse ou um de algum tema que seja completamente oposto aos gostos da pessoa (um anúncio de uma churrascaria exibido a alguém que é vegetariano, por exemplo), a publicidade na rede social escorrega algumas vezes. Mas por que isso acontece?

Com base no que o usuário curte, compartilha ou comenta, o Facebook traça uma espécie de "perfil de interesses" do usuário, selecionando itens que são de seu agrado e categorias que podem mostrar coisas que despertam sua atenção. Na hora de indicar um anúncio publicitário, o sistema se baseia nessas preferências para escolher o público-alvo ideal.

Seus interesses
Para acessar essa lista de preferências, o usuário deve abrir o item Configurações e clicar em Anúncios e em Anúncios baseados nas minhas preferências, clicar em Editar e em Acessar preferências de anúncios.

Reprodução


Reprodução O Facebook exibirá, então, uma lista com centenas de preferências, separadas em categorias. Se preferir, o usuário pode eliminá-las de seu perfil. O trabalho é feito manualmente em cada um dos interesses.

Reprodução

Plugin permite conversar pelo Messenger direto do site da empresa

O Facebook vai passar a permitir que empreendedores interajam com seus clientes diretamente do site da empresa pelo Facebook. Um plugin para a página permite que as empresas adicionem uma caixa de mensagens e de informações de eventos para que os consumidores consigam se comunicar de maneira mais simples com a companhia.
O recurso funciona assim: pelo site, assim que o usuário envia uma mensagem, quem administra o negócio a recebe no Facebook Messenger, ou na aba de conversas, caso esteja na versão desktop. A novidade torna, para a empresa, mais fácil de verificar as mensagens, o que significa que o usuário tem mais chances de ser atendido em menos tempo e até fazer alterações em seu pedido em tempo real.


Eventos
Reprodução

Com o plugin, os eventos exibidos na página serão, automaticamente, exibidos no site do usuário, permitindo até que os usuários se inscrevam para serem notificados sobre eles. Empresas interessadas podem verificar como habilitar os recursos no Facebook na página de desenvolvedores.

Testamos o Vibe, aposta da Lenovo para combater o Zenfone 2

A Lenovo comprou a Motorola em outubro de 2014, pagando ao proprietário anterior, o Google, quase US$ 3 bilhões. Com isso, a linha de smartphones da empresa passou a manter em seu catálogo alguns dos modelos mais vendidos do Brasil, como o Moto G e o Moto X.
Pouco mais de um ano depois, a chinesa resolveu trazer ao país sua própria linha de celulares, como uma forma de criar uma concorrência saudável dentro do próprio quintal. Foi anunciado, portanto, o primeiro smartphone da linha Vibe no Brasil: o Lenovo Vibe A7010.
O Olhar Digital teve a chance de não apenas pôr as mãos, mas também experimentar o que o aparelho tem a oferecer. A conclusão é de que suas configurações de alto nível e preço intermediário (R$ 1.300) o colocam como um bom rival para o "colega de trabalho" Moto X, e também para os concorrentes LG G4 e, principalmente, o Zenfone 2 da Asus.
Design e tela
O aparelho chama a atenção por se distanciar visualmente da linha Motorola, com uma identidade visual própria, mas sem perder os traços do parentesco com o Moto X. A traseira fosca, contornada por uma lateral que lembra um material metálico, dão um toque de sofisticação e também potência ao aparelho.
Mesmo com uma tela grande de 5,5 polegadas, o Vibe A7010 é leve e se encaixa bem na mão do usuário, especialmente graças à traseira curva que é marca da Motorola. Os sensores de proximidade não ficam expostos, assim como os botões de navegação capacitivos e discretos.
Um recurso interessante compensa o tamanho da tela: um simples gesto no formato da letra "C" na lateral direita da tela faz com que todo o ecrã diminua e fique localizado ao alcance de apenas um dedo. Um salva-vidas para quem frequentemente precisa usar o celular com uma mão só.
Áudio
Um ponto que chama bastante a atenção no Vibe, porém, é o seu potente sistema de áudio. O aparelho vem com duas saídas frontais de som em modo stereo e, por dentro, a tecnologia Dolby Atmos, usada em salas de cinema de todo o mundo.
Na prática, o sistema permite muito mais imersão, dividindo os canais de áudio de maneira que o som pareça vir de todos os lados. Usando fones de ouvido com fio, o sistema é particularmente mais notável na execução de vídeos, séries, filmes e música.
Mas para ligações e mensagens de áudio no Whatsapp, por exemplo, a diferença é quase imperceptível. Se você estiver usando um fone sem fio, por conexão Bluetooth, por exemplo, há também a chance de que o Dolby Atmos não se faça tão presente.
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Performance

Em nossas horas de teste com o Vibe, não registramos qualquer travamento ou lentidão que prejudicasse a experiência. Pelo contrário: os oito núcleos do processador MediaTek MT6752 de 64 bits e os 2GB de memóriam RAM garantem uma performance rápida e leve.
Ao contrário da Motorola, os celulares fabricados diretamente pela Lenovo não vêm com o design puro do sistema operacional. A customização aplicada ao Android 5.1 Lollipop do Vibe, porém, não é tão extravagante ou pesada quanto a TouchWiz da Samsung, por exemplo, mas pode incomodar os fãs mais puristas do Google.
Além disso, o smartphone vem com um curioso widget na tela de aplicativos recentes que mostra quanto espaço de memória RAM está sendo consumido no momento. Ao tocar sobre o ícone (uma vassoura), todos os apps em execução que não estão sendo utilizados são fechados.
Câmera
Na parte de trás do Vibe A7010 há uma câmera de 13MP com dual-flash e um sensor capaz de registrar imagens com cores vivas e bem definidas. Na parte frontal, a câmera para selfies tem 5MP de resolução e também vem acompanhada de um flash.
O software é o que faz a diferença. A câmera frontal dispara quando o usuário fizer um sinal de V com os dedos e ainda possui um sistema de correção automática que torna desnecessário aquele tratamento por Photoshop na hora de corrigir imperfeições.
O Vibe reconhece os rostos que aparecem na imagem e corrige automaticamente o tom de pele e a luminosidade, aplicando uma espécie de "base" virtual ao rosto da pessoa fotografada. Espinhas, reflexos de oleosidade e outras marcas naturais da pele desaparecem, mas, por outro lado, a imagem acaba soando um tanto artificial se o recurso estiver ativado.
Biometria
Um dos fatores que mais chamam a atenção no Vibe A7010 é a preocupação da Lenovo com segurança. O modelo é o primeiro do Brasil a vir com um sensor de impressão digital inteligente, que reconhece a biometria do dono independentemente da posição do dedo.
No entanto, o processo de configuração é um pouco problemático. O software faz um mapa da impressão digital do usuário pedindo que ele movimente o dedo a cada ordem, registrando cada região do dedo separadamente e depois montando-as como em um quebra-cabeça.
O problema é que, dependendo do tamanho do dedo do usuário, o sistema do Vibe pode ter dificuldades para realizar a calibração. Em nosso teste, o aparelho precisou de quatro tentativas até finalmente reconhecer o dedo e registrar a impressão digital. Mas uma vez que a biometria é cadastrada, o aparelho responde rapidamente ao toque do dono, desbloqueando a tela sem burocracias.
Área Segura
Ainda no campo da preocupação com segurança, o Vibe A7010 vem com um recurso chamado "Área Segura". Na prática, o aparelho é capaz de administrar duas áreas de trabalho distintas, cada uma com o próprio perfil logado, tela de bloqueio, plano de fundo e aplicativos.
Com esse recurso, é possível garantir a segurança de dados e aplicações mais sensíveis, longe do alcance de bisbilhoteiros. Por exemplo: o usuário pode usar dois chips, de duas operadoras diferentes, e cada um possuir a própria área de trabalho. Em um deles, a conexão será por Wi-Fi, enquanto o outro usa a rede móvel (que possui suporte a 4G); e-mails e mensagens do trabalho também podem ser diferenciados daqueles do perfil "casual"; entre outros benefícios.
A transição entre as áreas de trabalho é rápida e dinâmica, e não ocasionou qualquer travamento em nossos testes. Todas as configurações podem ser divididas em dois perfis, e customizadas de acordo com a vontade do usuário. Além disso, as notificações são visíveis de ambos os lados, embora seja possível configurar o que pode ser visto na área padrão e o que é preciso manter em segredo.
Conclusão
Com um preço razoavelmente acessível, o Vibe A7010 cumpre o que promete. Boa performance, recursos úteis e design moderno podem fazer do celular uma nova mina de ouro para a Lenovo no Brasil (considerando o constante aumento de preço no atual intermediário da família Motorola, o Moto G).
Um concorrente que pode se ver em perigo é o Zenfone 2, que também traz ótimas configurações e uma experiência de alto nível mesmo sem exigir demais do bolso brasileiro. O Vibe A7010 é mais uma boa oferta de smartphone em um mercado que, de vez em quando, precisa ficar mais agitado.

Sony compra divisão de sensores de imagem da Toshiba

A Sony anunciou nesta sexta-feira, 4, que comprou a divisão de sensores de imagem da Toshiba, uma de suas maiores concorrentes. As duas empresas japonesas assinaram o acordo que envolveu 19 bilhões de ienes, equivalente a R$ 576 milhões.
O controle da única fábrica da Toshiba que produz esses sensores passará para as mãos de um dos braços independentes da Sony (a Sony Semiconductor Corporation) até o dia 31 de março de 2016. Esta fábrica fica localizada em Oita, no Japão.

Junto com a fábrica, a Sony também ficará com os contratos, parceiros e funcionários da divisão comprada.

Conheça o Vibe A7010, novo smartphone da Lenovo no Brasil

Em evento realizado nesta sexta-feira, 4, em São Paulo, a Lenovo apresentou seu primeiro smartphone independente da marca Motorola no Brasil. Trata-se do Vibe A7010, um aparelho com configurações de alto nível custando a partir de R$ 1.300.
O modelo tem tela de 5,5 polegadas Full HD, processador de 8 núcleos, 2GB de memória RAM e 32GB de espaço interno de armazenamento (expansível até 128GB por cartão microSD). Além disso, o Vibe A7010 tem câmera principal de 13MP e frontal de 5MP, sensor de impressão digital, três microfones e áudio Dolby Atmos - uma tecnologia comumente usada em cinemas.
Em termos de design, o modelo se assemelha aos smartphones top de linha da Motorola, com uma traseira curva, por exemplo, mas com algumas pequenas mudanças, especialmente nas pontas e laterais. O que mais se destaca, porém, é a customização que a Lenovo aplicou ao Android 5.0 Lollipop do aparelho, que não vem com o mesmo visual puro da Motorola.
O Vibe A7010 é também dual chip e possui suporte a conexão 4G. A bateria de longa duração tem 3.300mAh e promete durar mais de um dia inteiro, segundo a fabricante. O Vibe A7010 chega às lojas brasileiras na próxima semana. Também será possível adquirí-lo por meio da Moto Maker, loja virtual customizável da Motorola.

Suporte ao Windows 10 Mobile já tem data pra acabar

A Microsoft anunciou quando irá matar o suporte para Windows 10 Mobile, seu sistema operacional para smartphones, mas gerou confusão a respeito da data correta em que isso acontecerá. Originalmente eles publicaram em seu site que a data seria dia 8 de janeiro de 2019:

Reprodução

Nessa primeira atualização do site eles afirmam que a Microsoft fará atualizações por, no mínimo, 36 meses após o início do seu ciclo de vida, o que condiz com a data anunciada. Apesar disso, depois de um tempo, eles alteraram a publicação do site, mudando essa data para o dia 9 de janeiro de 2018:

Reprodução
Outra mudança foi o tempo mínimo em que a Microsoft fará atualizações, que foi de 36 meses para 24 meses. Ainda não se sabe qual das duas é a correta, apesar de as chances apontarem para a segunda, por ser a que aparece atualmente no site.

O Windows 10 Mobile está disponível atualmente apenas para o Lumia 950 e o Lumia 950 XL e o fim das atualizações para esse sistema operacional acontecerá na mesma data tanto na versão para os consumidores "comuns" quanto na versão para negócios.

O suporte para o Windows 10, em sua versão para desktop, por sua vez, acabará apenas em 2025, ou seja, uma década depois do seu lançamento. Para efeito de comparação, a Microsoft só deu fim ao suporte para Windows XP 12 anos depois do seu lançamento.

Linguagem de programação da Apple vira código aberto

Mantendo uma promessa feita durante  sua conferência WWDC 2015, a Apple transformou a Swift, a linguagem de programação da empresa para iOS e OS X, em uma linguagem open-source. Isso significa que, a partir de hoje, qualquer usuário pode baixá-la usá-la, ver como ela funciona e fazer alterações.

A linguagem já pode ser encontrada por meio do site Swift.org e no GitHub. Segundo a empresa, a ideia é que os programadores de fora ajudem a tornar a Swift "a melhor linguagem de programação para todos os propósitos do mundo".

A linguagem se diferencia por ser mais simples e acessível de se usar. Ao mesmo tempo, porém, ela tem a vantagem de interagir bem com a Objective-C, uma linguagem de programação que se originou na década de 80 e que ainda é muito presente. A abertura do código tabém dá margem a que a linguagem chegue a novas plataformas.

Embora teoricamente seja possível que usuários modifiquem a linguagem tornando-a completamente diferente, aplicações desenvolvidas com essas versões não poderão ser publicadas na App Store. Apenas desenvolvedores que pagarem a taxa e aderirem à versão "oficial" da linguagem - que continuará a ser gerenciada pela Apple - poderão publicar lá.

Queimando a largada

De acordo com o Business Insider, embora a Apple tivesse a intenção de revelar a novidade hoje mesmo, a notícia vazou horas antes do intencionado. Por esse motivo, usuários tentaram a página a linguagem e a página do GitHub mas encontraram-nas vazias. Atualmente, porém, os arquivos já estão disponíveis para download. 

Ex-presidente da Microsoft diz que Windows precisa de apps do Android

Um dos fatores que mais prejudicam o sistema Windows em smartphones é a fraca oferta de aplicativos, especialmente em comparação com os rivais Android e iOS. Para Steve Ballmer, ex-presidente da Microsoft e um dos maiores acionistas da empresa, a resposta para esse problema é simples: "o Windows precisa rodar apps do Android".
O executivo fez essa afirmação durante a reunião anual de acionistas realizada pela Microsoft esta semana. Um dos empresários participantes perguntou ao atual presidente Satya Nadella a respeito da falta de aplicativos para smartphones com Windows, e sua resposta foi de que os desenvolvedores estão sendo incentivados a trabalhar em softwares universais, para múltiplas plataformas.
"Isso não vai funcionar", teria dito Ballmer, segundo o site americano The Verge. Curiosamente, foi durante a administração de Ballmer que a Microsoft adotou a postura de isolar o Windows em relação aos rivais, em vez de trabalhar para integrar o sistema aos padrões do Android e do iOS.
Em comunicado, a Microsoft respondeu às críticas de seu ex-presidente: "Nós aprovamos esse diálogo regular com Steve e agradecemos sua opinião e feedback, assim como a de outros investidores".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Windows 10 já é usado em 10% dos PCs do mundo

O Windows 10, sistema operacional mais novo da Microsoft, já está sendo usado em 10% dos PCs no mundo todo. De acordo com Statistica, o Windows 10 foi instalado em 200 milhões de dispositivos.

O número é considerado alto e deve-se possivelmente à recepção positiva das empresas com o sistema operacional, com um ritmo mais rápido do que o Windows 7 ou 8. De acordo com o gerente de marketing de produtos do Windows, Jeremy Korst, a empresa está vivenciando um "renascimento dos PCs".

Até 2019, a Microsoft quer que o Windows 10 esteja rodando em mais de um bilhão de dispositivos, incluindo PCs, smartphones, tablets e internet das coisas.

Youtube deve lançar versão paga sem propagandas no final de outubro

A versão paga e sem publicidade do Youtube pode já estar com a data de lançamento definida. De acordo com o ReCode, o site enviou e-mails aos proprietários de vídeos avisando que atualizaria seus termos de serviço e solicitando-lhes que aceitem os novos termos até 22 de outubro.

Caso os usuários não atualizem sua aceitação aos termos de serviço até essa data, o Youtube avisa que seus vídeos "não estarão mais disponíveis para exibição pública ou para monetização nos Estados Unidos". É possível, portanto, que 22 de outubro marque a data de lançamento do novo serviço.

o ReCode informa ainda que, segundo fontes da indústria de vídeos, o Youtube cobrará US$ 10 por mês para que usuários possam assistir a vídeos na plataforma sem a necessidade de visualizar comerciais e usar uma versão atualizada de seu serviço de música. A informação, no entanto, ainda é bastante especulativa.

Usuários que não desejem assinar a versão paga do site poderão continuar a assisir aos vídeos hospedados nele normalmente. Será necessário apenas assistir (ou pular) as propagandas que passam antes de alguns vídeos, como acontece hoje em dia.

Comunicação

No e-mail enviado aos criadores de vídeos, o Youtube argumenta que quer garantir que aqueles que pagam para assistir a vídeos sem propagandas possam ter acesso ao mesmo acervo que os usuários da versão gratuita do site. Daí a necessidade da mudança nos termos de serviço.

A plataforma compara o atual processo de atualização de termos de serviço ao de três anos atrás, quando o site começou a distribuir e monetizar conteúdo em plataformas móveis. Atualmente, segundo o Youtube, smartphones e tablets respondem por mais da metade do total de tempo de visualização do site, e a receita gerada a partir de tais dispositivos dobrou de um ano para cá.

O e-mail completo enviado aos usuários do site (em inglês) pode ser lido abaixo:


For years, YouTube’s fans have been telling us they want more — more choice when watching their favorite content, more ways to support their favorite creators and, above all, the option to watch their favorite videos uninterrupted.
To give fans more choice we will be launching a new ads-free version of YouTube, available to fans for a monthly fee. This service will create a new source of revenue over time that supplements your advertising revenue. That’s why an overwhelming majority of our partners — representing over 95% of YouTube watchtime — have asked for and signed up for this service.
As you heard in our previous emails, we want to ensure that fans who choose to pay for an ads-free experience can watch all the same videos that are available on the ads-supported experience. That’s why we’re asking you to update your agreement to reflect the updated terms for the ads-free service.
To accept, simply log into YouTube.com as “xxxxx” [nome de usuário] from a desktop or laptop and follow the prompts by October 22nd.
If you haven’t signed by that date, your videos will no longer be available for public display or monetization in the United States. That outcome would be a loss for YouTube, a loss for the thriving presence you’ve built on the platform, and above all, a loss for your fans. We remain committed to working with you, as we always have. And of course, at any time, you can accept the updated terms which will make your videos public and monetizable again. Common FAQs can be found here.
We believe these new terms will greatly strengthen our partnership for the future. We went through a similar process three years ago when we began distributing and monetizing your content on mobile devices. Today, mobile represents over half of all watchtime and mobile revenue is up 2x in just the last year. Just as with mobile, we’re confident this latest update will excite your fans and generate a previously untapped, additional source of revenue for you.
If you have questions or encounter technical difficulties, we’re here to help: reach out to us for support here.
The YouTube Team

YouTube confirma assinatura paga para vídeos sem publicidade

O YouTube finalmente está tirando do papel um plano de assinaturas pagas do site que permitiria que seus usuários tivessem acesso ao conteúdo da página sem a necessidade de assistir a nenhum tipo de publicidade. Os parceiros já começaram a ser notificados das mudanças dos termos de uso do site.
Ainda não há previsão de quando isso será implementado, mas deve acontecer neste ano. Também não se sabe quanto custará o plano mensal, nem qual será o nome da novidade.
Os representantes da empresa explicam que querem possibilitar “a geração de uma nova fonte de receitas que suplementará o serviço de publicidade”, como informou um porta-voz ao Mashable.
Os criadores de conteúdo continuarão a receber dinheiro com o site, mesmo com o sistema de assinatura. Segundo o The Verge, estima-se que cerca de 55% do dinheiro arrecadado com as assinaturas serão destinados aos parceiros do YouTube; eles receberão proporcionalmente de acordo com o volume de visualizações de seus vídeos.
Vale ressaltar que o site continuará gratuito para quem não quiser pagar. Para estas pessoas, o YouTube continuará mostrando publicidade como sempre fez.

YouTube Red é oficial: conheça a versão paga do YouTube

Depois de muito se falar no assunto, o YouTube Red, versão paga do YouTube que não terá anúncios e trará conteúdo exclusivo, finalmente foi confirmado e ganhou data de lançamento: 28 de outubro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, num evento em Los Angeles.

Ele será lançado oficialmente no dia 28 de outubro apenas nos Estados Unidos, mas a empresa já avisou que planeja expandir o seu mercado em 2016. A assinatura custará US$ 9,99 nas versões para Android, desktop ou web mobile, e US$ 12,99 na versão para iOS. Os usuários terão acesso ao primeiro mês gratuito.

Funcionando como uma assinatura premium, o YouTube Red também permitirá que o usuário salve vídeos para ver offline. Entre o conteúdo exclusivo que o serviço oferecerá, estão filmes e séries, além de canais de atores e vloggers que já conquistaram público no YouTube.

Outro diferencial do YouTube Red é que ele permitirá que você continue ouvindo um vídeo, ficando no background, enquando usa outros aplicativos. Ele também vai funcionar de forma conjunta com o Google Play Music, o que significa que se o usuário assinar um deles, poderá usufruir dos serviços de ambos.

Outras novidades

No mesmo evento foi anunciado um novo app, o YouTube Music, que deverá ser lançado "em breve", que é um aplicativo específico para músicas. Ele deverá funcionar mais ou menos da mesma forma que o YouTube Gaming e o Kids.

Essa não é a primeira vez que o YouTube resolve investir em um conteúdo pago, tendo em 2014, tentado lançar o Music Key, que era um streaming de música e custava US$ 7,99, mas que nunca chegou a sair da versão beta.

YouTube quer direitos para exibir filmes e séries de Hollywood

O YouTube está negociando com estúdios hollywoodianos para levar filmes e seriados ao seu novo serviço de streaming por assinatura, segundo reporta o Wall Street Journal.
As conversas estariam sendo encabeçadas por Susanne Daniels e Kelly Merryman. A primeira foi chefe de programação da MTV e a segunda, executiva de conteúdo da Netflix. Ambas se reportam a Robert Kyncl, que também veio da Netflix para formar time no YouTube.
Não se sabe ao certo que tipo de material o YouTube quer, mas o WSJ afirma que a empresa quer nadar em sentido oposto ao que seus concorrentes vêm fazendo. Em vez de oferecer conteúdo que já tenha sido exibido em outros lugares, o YouTube quer coisas novas.
Os filmes ou séries seriam exibidos primeiro no YouTube Red (a versão paga do serviço), ou simultaneamente via DVD, cinema e TV paga. A ideia é ter material novo já em 2016.

YouTube Red evita comparação com a Netflix


Com o anúncio do YouTube Red esta semana, era questão de tempo para surgirem as comparações com a Netflix, líder no setor de streaming. Mas a versão paga do site de vídeos do Google não está nada satisfeita com isso e já tratou de separar bem as coisas.

O porta-voz Robert Kyncl afirmou que as estratégias das plataformas são opostas: "Nosso serviço de assinatura é completamente diferente do da Netflix. Cada passo que demos ao passar dos últimos anos era o oposto completo do que a Netfix faz".

A diferença mais óbvia entre as duas é em relação ao conteúdo produzido, pois os programas e filmes que estarão no YouTube Red são protagonizados por pessoas que se destacaram dentro do próprio YouTube e voltados majoritarimanete para os adolescentes, que são a maioria na audiência da plataforma.

Apesar disso, essa lógica apresenta um problema, pois as pessoas que estão mais dispostas a pagar uma assinatura de US$ 9,99 por mês são as mais velhas, as que têm renda mensal. "Estamos começando, cada serviço de assinatura passa por um processo de evolução", assume Kyncl.

Sobre a concorrência entre YouTube Red e Netflix, o fundador e diretor executivo da Zerf (empresa voltada para ajudar a segmentar anúncios de vídeo), Richard Raddon, afirmou que "seria mais fácil para o YouTube se tornar Netflix que para a Netflix se tornar YouTube".

De acordo com ele, o YouTube precisa de recursos para pagar empresas na produção de conteúdo exclusivo, enquanto a Netflix precisaria reunir milhões de jovens dispostos a postar conteúdo livre com a esperança de conquistar fama.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Google é acusado de captar informações de estudantes sem consentimento

A Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos está acusando o Google de rastrear e captar sem autorização informações pessoais de estudantes do país. De acordo com a Electronic Frontier Foundation, a companhia teria “coletado, mantido, utilizado e compartilhado” dados de estudantes que usam Chromebooks nas escolas usando o recurso ‘sync’.
A ferramenta, ativada por padrão nos dispositivos vendidos às escolas, permite que o Google saiba cada item pesquisado, compartilhado ou assistido no YouTube.
"Apesar de prometer publicamente que não faria isso, o Google está utilizando para fins próprios as informações de navegação e outros dados dos estudantes. Violar tais primessas é violar as regras contra as práticas desleais e enganosas estabelecidas no país”, afirmou um funcionário da fundação. "Os menores não devem ser rastreados ou usados ​​como cobaias, nem seus dados tratados como fonte de lucro. Se o Google quer usar os dados dos alunos para melhorar seus produtos, então ele precisa obter o consentimento expresso dos pais".
Questionado pelo Business Insider, o Google declarou que não viola nenhuma regra. "Nossos serviços capacitam os alunos em todos os lugares para aprender e manter sua informação privada e segura. Estamos confiantes de que essas ferramentas estão em conformidade com a lei e com as nossas promessas”.

Homem processa Apple por apagar sem permissão fotos de lua de mel

O aposentado londrino Deric White, de 68 anos, processou a Apple por ter apagado as imagens de sua lua de mel sem permissão. De acordo com White, depois de levar seu iPhone a uma loja da companhia para consertar um problema, o dispositivo voltou sem nenhum de seus arquivos e os funcionaram apagaram todas as informações sem perguntar se ele havia feito backup.
O homem perdeu todos os seus dados e contatos, incluindo as fotos de sua viagem de lua de mel, realizada em 2014. Em um processo que durou quase 1 ano, a Apple foi considerada culpada e teve que pagar cerca de US$ 3 mil.
Backup
Apesar de os funcionários da Apple terem sido negligentes, é indicado que o consumidor realize sempre um backup de seus arquivos antes de levar o smartphone a uma assistência técnica.

Como o casal Zuckerberg vai doar 99% de suas ações para a caridade?

O presidente e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, comemorou nesta terça-feira, 1, ao lado da esposa Priscilla Chan, o nascimento da filha Maxima. Aproveitando a ocasião, o bilionário anunciou que vai doar 99% de suas ações na rede social para a caridade. Mas de que modo essa doação será feita?
Antes de qualquer coisa, é preciso prestar atenção aos detalhes. Na carta publicada por Zuckerberg à filha Max, o CEO diz que a doação será feita "ao longo da vida". Ou seja, os US$ 45 bilhões prometidos, que equivalem a mais de R$ 173 bilhões na cotação atual do dólar, não serão entregues da noite para o dia.
Outro ponto a se destacar é que o projeto filantrópico será administrado pela Iniciativa Chan Zuckerberg, uma instituição de projetos sociais semelhante à Fundação Bill & Melinda Gates, do fundador da Microsoft, Bill Gates. Contudo, a iniciativa do presidente do Facebook não é necessariamente uma ONG ou instituição de caridade.
À versão americana do site BuzzFeed, uma porta-voz do Facebook informou que a Iniciativa Chan Zuckerberg é uma LLC (limited liability company), equivalente a uma "sociedade limitada" no Brasil. Isso significa que, ao contrário de uma instituição de caridade - que, de acordo com a lei norte-americana, deve destinar todo o seu dinheiro para ações sociais - a iniciativa é uma empresa que pode gastar seu dinheiro como quiser.
A assessoria de imprensa do Facebook confirmou também ao BuzFeed que os investimentos não serão destinados apenas à caridade, mas igualmente para empresas e iniciativas privadas, desde que estejam de acordo com sua visão de "avançar o potencial humano e promover a igualdade". Todo o lucro adquirido com esses investimentos, porém, será revertido em outros projetos sociais - um compromisso registrado judicialmente.
A Iniciativa Chan Zuckerberg sequer é um projeto novo. Desde 2009 o casal distribui doações para hospitais, escolas, ONGs e outros projetos, somando mais de US$ 100 milhões em investimentos. Por outro lado, Zuckerberg já reiterou que a doação de 99% de suas ações não significa que ele vai abrir mão da presidência ou do controle majoritário da mesa de acionistas do Facebook.
Zuckerberg pretende presentear algumas dessas ações para projetos de caridade e vender outras, destinando o dinheiro das vendas também para a Iniciativa Chan Zuckerberg. Pelo menos durante os próximos três anos, o fundador do Facebook não deverá investir mais do que US$ 1 bilhão a cada 12 meses em seu projeto de filantropia.

Conteúdo do Snapchat vai poder ser compartilhado no Facebook e Twitter

Conteúdo do Snapchat vai poder ser compartilhado no Facebook e Twitter

Por Redação Olhar Digital - em 02/12/2015 às 11h44
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O Snapchat vai começar a permitir que editores vinculem o conteúdo da seção Discover diretamente nas redes do Facebook e Twitter. A primeira exibição da ferramenta foi feita hoje pela Vox, o recurso permite que o usuário navegue pelo conteúdo através de um QR code. O novo recurso vem depois de o Snapchat oferecer uma plataforma especial para anunciantes, que permite que eles direcionem seus conteúdos para as pessoas desejadas. A rede social sofreu alguns problemas por cobrar um alto valor das marcas, mas não oferecer um feedback de resultados, como permite o Facebook e o Twitter. Com a nova função, essa questão é amenizada.

Reprodução

5 dicas para limpar seu nome no Google

O conteúdo postado nas redes sociais pode acabar prejudicando a sua vida real, especialmente quando replicado nos buscadores. Para evitar que o robô do Google espalhe registros a seu respeito, confira as dicas da diretora de Negócios da Status Labs, Julia Souza.
1) Certifique-se de que você não está "logado" em nenhum navegador
Ter certeza de não estar logado a nenhum navegador e de que o histórico de pesquisa está limpo é o primeiro passo. Apenas assim você conseguirá ver o que as outras pessoas do mundo veem quando digitam o seu nome. De outra forma, eles mostrarão resultados personalizados para você.
2) Identifique resultados problemáticos e remova o que puder
Veja com atenção todas as primeiras páginas de resultados e veja se encontra comentários, fotos ou qualquer outro tipo de coisa que seja negativo ou que você não gostaria que fosse público.
As informações que estão em seus próprios perfis das redes sociais podem ser removidos imediatamente por você mesmo, ou você pode optar por alterar as configurações de privacidade. As coisas que estiverem em sites ou na imprensa dificilmente serão removidas, mas há como impedir que elas apareçam nos primeiros resultados de busca, que é o tema da próxima dica.
3) Desenvolva um novo conteúdo
Ao criar um novo conteúdo, você desenvolve um algoritmo na internet que recebe uma classificação alta do Google como relevante. Pode ser um site pessoal, um blog com o seu currículo. O mais indicado é que o domínio tenha o seu próprio nome, o que faz com que ele chame ainda mais atenção por esses sites de busca.
Contas nas redes sociais que existem, como Facebook, Instagram e Twitter, também são bem classificadas, especialmente se atualizadas com frequência. Só não se esqueça de personalizar as configurações de privacidade para evitar que conteúdo indesejado apareça publicamente.
4) Verifique os sites corretores de dados
Alguns sites, como o PeopleSmart, o Intelius, o Pipl Spokeo, o ZoomInfo e o Whitepages, conseguem obter informações pessoais por mídias sociais e cadastros em sites e as tornam públicas. Por essa razão é interessante verificá-los com frequência para se assegurar de que o conteúdo que você removeu, não foi publicado novamente por eles.
5) Seja proativo
Em casos em que você não consegue controlar a divulgação de fotos ou informações, não hesite em entrar em contato com os administradores do site em questão e pedir para que removam o conteúdo. Se essa abordagem não funcionar, procure um advogado que possa ajudá-lo na elaboração de um aviso de remoção.

Campus Party 2016 volta ao Anhembi e acontece entre 26 e 31 de janeiro

Após um ano no São Paulo Expo, a Campus Party volta a ser realizada no Centro de Exposições Anhembi em sua edição de 2016. O encontro de tecnologia e cultura nerd está marcado para acontecer na Zona Norte de São Paulo entre os dias 26 e 31 de janeiro do ano que vem, e o primeiro lote de ingressos já está à venda por a partir de R$ 220 clique aqui
Segundo Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil, a volta do evento ao Anhembi "tem como principal objetivo a melhoria e a ampliação da área de acomodação dos milhares de campuseiros que passarão praticamente uma semana acampados".
A temática da Campus Party 2016 é "Feel the future" (sinta o futuro, em tradução), "desenvolvida com a missão de inspirar e preparar o público participante para os grandes desafios e mudanças que a humanidade viverá nos próximos anos".
Essa é a 9ª edição da Campus Party no Brasil. E assim como nos outros anos, o encontro terá espaços para discussões, trocas de conhecimento, empreendedorismo, pesquisas, entre tantas outras atrações.

Wikipédia passa a usar inteligência artificial para combater editores trolls

A Wikipédia agora conta com uma ajudinha robótica para combater os trolls chamada Objective Revision Evaluation Service (ORES). Trata-se de um software de inteligência artificial que ajudará os editores a manter a enciclopédia virtual livre de informações maldosas.
A novidade foi anunciada nesta semana pela Wikimedia, fundação que mantém a Wikipédia. Conforme explica o Engadget, seu trabalho será fazer varreduras em novas edições dos artigos para entender se elas foram feitas com intuito informativo ou danoso.
A Wikipédia já conta com ferramentas de inteligência artificial, mas é a primeira vez que o site usará a tecnologia para confrontar pessoas mal-intencionadas.
O ORES “funcionará como um par de óculos de raio-x”, segundo a Wikimedia, ressaltando pontos nas edições que soem problemáticos. Então, após passar por uma análise humana, a edição pode ser retirada e a pessoa que modificou o artigo receberá uma explicação a respeito.

Yahoo pode se colocar à venda

Nesta quarta-feira, 2, o corpo de diretores do Yahoo dará início a uma série de reuniões em que será avaliada a possibilidade de vender seus negócios relacionados a internet, segundo reporta o Wall Street Journal.
Fontes afirmaram ao jornal que os encontros começam hoje e vão até sexta-feira. Além de considerar a venda da parte mais importante do Yahoo, os diretores também discutirão formas de separar seus investimentos na gigante do e-commerce chinês Alibaba - que valem mais de US$ 30 bilhões.
Pode ser que a solução seja encontrar um comprador para cada um dos negócios ou um que queira tudo de uma vez, de acordo com as fontes.
O jornal cita que recentemente um executivo do Yahoo cancelou sua participação na conferência da Credit Suisse, que ocorreria na quinta-feira, “num sinal de que mudanças podem estar em movimento na companhia”.
Recentemente circularam rumores de que os investidores estavam pressionando a CEO Marissa Mayer e seus principais executivos devido ao baixo desempenho do Yahoo nos últimos anos. Então começaram a surgir sugestões sobre o que fazer, e uma das possibilidades é essa trazida agora pelo WSJ.
A maior parte do valor de mercado do Yahoo (US$ 31 bilhões) está atrelada a dois investimentos asiáticos. Os 15% que a companhia detém sobre o Alibaba valem algo em torno de US$ 32 bilhões, mas o Yahoo também possui 35% do Yahoo Japão, o que vale US$ 8,5 bilhões.

Funcionários de Microsoft e Apple se abraçam em nome do espírito natalino


A Microsoft resolveu deixar suas diferenças com a Apple de lado em nome do espírito natalino.
A companhia divulgou um vídeo em que os funcionários aparecem caminhando da sua nova loja na 5ª Avenida, em Nova York, até uma vizinha mais tradicional da região: a Apple.
Chegando lá, os funcionários dão início a um coro natalino com a ajuda de crianças da cidade, até que os funcionários da Apple se rendem à ação e saem para abraçar os adversários - ou "velhos amigos", como descreve a Microsoft.

Google cumpre promessa e acaba com a central de notificações do Chrome

Conforme prometido em outubro, o Google matou a central de notificações do Chrome, um recurso que muita gente nem conhecia. A intenção virou realidade nessa terça-feira, 1, com o lançamento da versão 47 do navegador, que além de acabar com a central também trouxe a correção de 41 brechas de segurança.
O recurso estava quase escondido no browser desde 2013, quando o Google passou a oferecer suporte para notificações em push para aplicativos na web. Desse modo, o usuário pode receber um alerta toda vez que o app quiser chamar sua atenção, assim como no celular.
Bastava, então, acessar a central de notificações para ver todos os alertas de aplicativos pendentes. Com o tempo, porém, desenvolvedores passaram a adotar o sistema de notificações de desktop. Ou seja: em vez de chamar a atenção através do ícone de um sino na barra de endereços, o app aparece para o usuário diretamente na tela, independentemente de qual aba ou janela esteja aberta.
A versão está disponível para Windows, Mac e Linux.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Samsung cria navegador web para Gear VR

Um dos obstáculos do Gear VR é o fato de ele ser um relativamente restrito, servindo basicamente para jogar games e assistir a vídeos. Por essa razão a Samsung anunciou que lançará nesta quarta-feira, 02, uma versão beta de um web browser para a plataforma, que foi chamada de Internet Samsung para Gear VR.

Com ele será possível que os usuários do Gear VR assistam a transmissões de vídeos de lugares como o YouTube sem a necessidade de um app dedicado para isso. Ele também providenciará acesso à internet em geral.

De acordo com a Samsung, ele "suporta tanto streaming de vídeos 360° e 3D, quanto qualquer vídeo HTML5 da internet". Outras coisas que ele traz é reconhecimento de voz, um teclado virtual e o "gaze mode", que permite que o usuário selecione as coisas apenas com o olhar.

Navegadores web não são novidade para desenvolvedores de realidade virtual: já existem o Virtual Desktop, que reproduz toda a interface do Windows para a realidade virtual, e o JanusVR, que transforma a internet em uma série de cômodos por onde o usuário pode transitar.

Confira verdades e mitos sobre os roteadores Wi-Fi

A Intelbras analisou mitos e verdades por trás do funcionamento de roteadores Wi-Fi. Segundo o estudo, o local mais adequado para a instalação do equipamento de internet sem fio é em uma posição alta e sem obstáculos, como antenas de TV, rádio ou celular. A melhor área para instalação é em um cômodo central da residência, pois o sinal se espalha uniformemente pelos ambientes.

Outra conclusão verídica do estudo diz respeito às interferências de dispositivos no sinal dos roteadores. Aparelhos micro-ondas e telefones sem fio, que operam na faixa de freqüência de 2.4 Ghz, podem ser os vilões do desempenho - assim como qualquer dispositivo que opere na mesma faixa.

Para minimizar o problema, a Intelbras orienta que os usuários instalem o Wi-Fi em uma região distante desses aparelhos que interferem em seu sinal. Importante: é preciso configurar um canal wireless entre 6 e 11, o que minimiza esse tipo de interferência.

E os mitos? Segundo Filipe Knabben, analista de marketing de produto da Intelbras, um grande mito refere-se ao alcance do sinal do Wi-Fi, que não é influenciado pela quantidade de dispositivos conectados a ele.  O que ocorre, na verdade, é que quando muitos dispositivos estão conectados a uma mesma rede, a velocidade se divide e a internet pode ficar mais lenta.

Novo recurso do Chrome no Android economiza 70% do plano de dados

A versão do navegador Google Chrome para smartphones e tablets Android ganhou uma nova atualização na Índia, e que deve chegar a outros países (incluindo o Brasil) nos próximos meses. O aplicativo pode agora deixar de carregar imagens em uma página da web para economizar o plano de dados do usuário.
Sempre que o Chrome for usado a partir de uma rede móvel, o navegador vai detectar a velocidade da conexão e substituir as imagens de uma página da web por blocos coloridos, economizando em 70% o consumo de dados do aparelho. Basta tocar em "carregar imagens" para desabilitar a função.
A novidade foi liberada primeiro na Índia por se tratar de um país onde a velocidade média da internet ainda é muito baixa, especialmente em comparação com países desenvolvidos, por exemplo. Outro país a receber a atualização foi a Indonésia.

Usuário vai poder salvar busca de imagens no Google

O Google anunciou nesta terça-feira, 1, que usuários que acessam a busca de imagens pelo celular ou tablet poderão destacar as imagens de suas pesquisas. Depois de selecioná-las, o usuário pode organizar as fotos em pastas.



Com o recurso, basta 'favoritar' uma imagem, atribuindo a ela uma estrela. Mais tarde, é possível encontrar os arquivos selecionados. Se preferir, o usuário pode ainda renomear as pastas, para facilitar sua localização.



Por enquanto, o recurso está disponível somente nos Estados Unidos para dispositivos Android e iOS. Para utilizá-lo, é preciso estar logado em uma conta do Google.

Luzes de Natal podem causar interferências no sinal Wi-Fi

A proximidade do Natal pode contribuir para a piora da conexão da sua casa, porque as luzes natalinas usadas para enfeitar as cidades são uma das várias possíveis causas de interferência da rede.
O alerta foi feito pela ofcom, organismo regulatório do mercado de telecomunicações britânico. De acordo com a entidade, coisas comuns como monitor de bebês, lâmpadas e fornos de microondas estão entre os causadores de interferência.
Para reduzir a possibilidade de problemas, a Ofcom lançou um aplicativo para smartphones e tablets que verifica o tráfego do sinal Wi-Fi nos ambientes em busca de falhas que possam causar lentidão. Sempre que uma brecha é encontrada, o app sugere melhorias.
A entidade ressalta que é comum no Reino Unido os clientes contratarem planos robustos de internet e depois não conseguirem aproveitar o potencial da rede por completo devido a essas pequenas interferências.

WhatsApp proíbe usuários de postar links do concorrente Telegram

Usuários do WhatsApp não podem conversar sobre o Telegram, serviço de mensagens concorrente. A proibição começou a causar efeito na manhã desta terça-feira, 1, segundo relatos colhidos pelo The Verge.
Toda vez que uma URL para o Telegram é postada, o WhatsApp a transforma em texto comum, sem a possibilidade de clique. E, apesar de aparecerem como texto, os usuários são impedidos de copiar o conteúdo para abri-lo em outro aplicativo.
Nem todos os usuários foram afetados. O Telegram disse ao Verge que a versão 2.12.367 do WhatsApp - liberada hoje - é a causadora do problema, embora o serviço afirme que vem notando a ação há pelo menos um mês. Até mesmo URLs telegram.com, que não são relacionadas ao app de mensagens, estão sendo bloqueadas.
Esse tipo de ação se tornou corriqueira no Facebook. Em 2010, a empresa de Mark Zuckerberg causou revolta ao impedir que usuários trocassem links do Pirate Bay pelo então recém-lançado sistema de mensagens privadas. Recentemente a rede social também proibiu menções ao Tsu.co, rede social que paga aos interessados em usá-la.
É a primeira vez, entretanto, que algo do tipo acontece com o WhatsApp desde que o produto foi comprado por Zuckerberg. “Tipicamente, depois de um barulho da mídia, o Facebook volta atrás e culpa seu sistema de filtros inteligentes pelo problema”, ironizou um porta-voz do Telegram. “Esperamos que o mesmo aconteça desta vez.”